quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Mas que tremenda falta de imaginação essa nova pesquisa encomendada, hein? Será que esses caras não se mancam? Deviam se preocupar é com o crescimento da torcida do 3º colocado no Brasil, já que a distância para eles é infinitamente menor do que para nós.
Não estamos disputando NADA com ninguém aqui no nosso país. Nossa supremacia é MUNDIAL e nossos principais concorrentes são mexicanos. E quem diz isso não sou eu nem nenhum flamenguista. É a entidade máxima do futebol. Basta dar uma olhadinha no site da FIFA.
O que revolta é o fato do site dessa CORJA GLOBAL publicar essa farsa e não mostrar o desmentido do próprio instituto de pesquisa depois. Mas como sabemos que sempre foram seus cúmplices, não chega a surpreender, não é mesmo?
Morram de inveja, bando de recalcados!
Não será comprando pesquisas, como costumam fazer com títulos, que conseguirão incomodar A MAIOR TORCIDA DO PLANETA.

CONFIANÇA É FUNDAMENTAL
O resultado do Fla-Flu pode ter surpreendido muita gente, mas, certamente, não quem conhece a história do MAIS charmoso, e internacionalmente famoso, clássico desse país. Histórias semelhantes a essa do último domingo chegam a ser recorrentes, neste clássico dos clássicos. Viradas espetaculares, gols de barriga, resultados imprevisíveis, vencedores e heróis improváveis são sua marca registrada.
Portanto, não se deixem influenciar pelos “intendidos” que atribuem ao “Sobrenatural de Almeida” a nossa vitória e afirmam que o resultado foi injusto.
Injusto por quê? Tivemos mais posse de bola, mais finalizações, mais lançamentos, mais desarmes e dois momentos de pura genialidade. Genialidade e personalidade que o Gringo exibiu ao peitar um dos ídolos da equipe, para exigir o direito daquela cobrança.
E a particularidade deste Fla-Flu foi justamente mostrar esse outro Bottinelli. Um jogador com Cara de Flamengo, Coração de Flamengo e Confiança de Flamenguista.
Obscureceu aquela imagem, quase burocrática, que costumava exibir. Chamou a responsabilidade, decidiu o jogo e entrou para a história do clássico. Entrou para a história porque confiou na sua capacidade de decidir.
Pois, se aquela cobrança de falta não tivesse entrado, duvido muito que se sentisse confiante o bastante para arriscar o chute que nos deu o gol da vitória. Possivelmente, teria se limitado a mais um infrutífero passe lateral.
E de onde veio toda essa confiança? De onde sempre vem. Das arquibancadas. Nossos torcedores, que até o gol de empate do Thiago bocejavam junto com a equipe, acordaram e passaram a acreditar, apoiar e incentivar, mesmo depois do segundo gol deles. E essa participação, e demonstração de confiança, foi, MAIS UMA VEZ, decisiva no final
Uma confiança que o Deivid, por exemplo, não tem. Digo isso porque o Deivid vem decepcionando mais a mim (que sempre sonhei vê-lo jogando aqui), do que a esmagadora maioria dos nossos torcedores. Mas não vai ser ouvindo vaias durante as partidas que o veremos reverter essa situação. É evidente que não é o goleador que sonhamos, mas, lamentavelmente, é o que temos para este quarto final da competição.
E qualquer jogador, principalmente um atacante, diante de uma real oportunidade de gol, tem que ter em mente:
-Eles confiam em mim e não posso decepcioná-los.
Se o deixarmos pensar: “- Se eu errar eles vão me vaiar.”, ele erra, como vem errando.
Por que jogar dentro de casa é considerado vantagem e fator de desequilíbrio entre equipes do mesmo nível? Não seria pelo incentivo dos seus torcedores? Pois, então, favorecemos apenas nossos oponentes, quando vaiamos um jogador nosso. Seja ele Deivid, Welinton ou qualquer outro.
Torcedor tem TODO o direito de criticar jogador, treinador, diretoria, mas, pelo menos enquanto estiver nas arquibancadas, precisa colocar o coração na frente da razão. Isso significa incentivar a equipe acima de qualquer preferência ou restrição. Entender que essa é a nossa função, esse é o nosso papel, essa é a nossa sina. O resultado final deste Fla-Flu é a maior prova da importância disso.

Só que não podemos ser ingênuos e esperar que essas viradas nos minutos finais, como foram contra o América Mineiro e Flu, se tornem recorrentes, nem que todos os nossos chutes a gol estejam fadados a desviar em adversários, para nos proporcionar gols, como o do Renato, que decidiu contra o São Paulo.
Se pretendemos realmente dar mais uma volta olímpica, precisamos de, no mínimo, seis vitórias nesses 10 jogos restantes e, para isso, vamos ter que exibir a mesma determinação com que jogamos a meia hora final do Fla-Flu. Seja dentro ou fora de casa.
Esse aparentemente desinteressado Palmeiras de hoje é dirigido por um grande treinador, possui bons jogadores e ainda sonha com vaga na Libertadores. Vamos precisar jogar mais do que nas últimas rodadas pra somar esses três pontos. Muito mais! Seja com ou sem Ronaldinho, precisamos mostrar nossa força.
Passamos dez rodadas marcando passo, mas nossos principais adversários também. E agora, que já começam a ver nossa imagem crescer em seus retrovisores, eles sabem o que isso significa. Já provaram desse veneno. O Flamengo é como um Tubarão que deu uma cochilada, mas acordou sorrindo com o cheiro de sangue. Do sangue deles.
Segura agora que eu quero ver!
PRA CIMA DELES, MENGÃO !!!