To Be or Not to Be?

To Be or Not to Be?

E aí apaixonada, empolgante e (novamente) entusiasmada Nação Rubro-Negra?!

Anos atrás (os “teens” não vão entender) um comercial de shampoo ficou caracterizado pela frase "Quanta diferença!". Pois é, né?! Quanta diferença no time, no jogo, no ambiente, na confiança, "nos aeroportos", aqui no site, na Nação...

Líderes isolados no Brasileirão (só não somos 100% pela por causa de um SOPRADOR DE APITO), classificados na Copa do Brasil e com classificação bem encaminhada (só depende de nós) na Liberta (podendo ainda ser primeiros do grupo). Daí vem a questão crucial pra amanhã: “Poupar ou não poupar?”

Nosso time tem mostrado evolução jogo a jogo, com um satisfatório aumento do entrosamento. As modificações (de posicionamento) feitas pelo nosso treinador se mostraram corretas e eficientes. Tenho gostado também de ver jogadas ensaiadas (coisa que há muito tempo não se via) diferentes do lugar comum. Ainda não fizemos gols com elas, mas o trabalho está aparecendo. Nesse momento, ainda, de afirmação o ideal seria manter o time titular pra aprimorar a melhora, mas...

Temos na quarta O JOGO MAIS IMPORTANTE DO ANO! Mais até que uma possível semi-final ou final de Libertadores... “Tá maluco, Jorge?” Amigos, depois das últimas (e traumáticas) eliminações em fase de grupos, essa classificação se torna fundamental para a continuidade do processo de reconstrução estrutural e esportiva do Mengão. Se cairmos de novo, as “raposas felpudas” vão engrossar o discurso (amplamente apoiado nas RSs) de que as coisas corretas não funcionam lá muito bem no Flamengo.

Tenho convicção de que a eliminação de 2017 foi fator preponderante no desempenho posterior, pois a pressão por “UM TÍTULO PRA SALVAR O ANO (COMPENSAR)” teve um peso maior do que simplesmente chegar e ganhar. Isso se viu claramente na “arriada geral” do time ao tomar o gol de empate do Independiente. Creio que a retirada desse container das costas dos jogadores e da Nação vai reequilibrar clima e relação e fazer as coisas andarem nos eixos daí em diante. Pra isso não podemos dar o mole de deixar pra resolver a vida lá na Argentina. Um jornalista do EI deu uma opinião que bate com a minha: “Ultimamente as mais absurdas combinações ruins acontecem com o Flamengo na Libertadores!”

Percebi contra a Ponte demonstrações de cansaço e acho que algumas (muitas) peças poderiam ser preservadas. Não vi o VT (ainda rs), mas da arquibancada tive a impressão de ver o Paquetá, após uma falta, colocar a mão na região do púbis. Sendo real, é uma lesãozinha enjoada. Coincidência ou não, seu ritmo caiu depois disso. Espero estar equivocado. Já o V.Jr, muito mais do que as firulas desnecessárias, mostrou falta de gás para chegar em algumas jogadas. (“Just in time”: permitam-me aqui, de novo, novamente e mais uma vez, lembrar que estamos falando de um “rapazola” de 17 anos e que “a flor da idade” pode nos dar a ilusão de que aguenta tudo, mas que ainda não está totalmente formado fisicamente.) Fora os moleques, outras peças têm mostrado uma disposição, um vigor e uma aplicação tática que certamente fizeram nosso time melhorar, mas desgastam pela sequência de jogos e viagens.

Estão fora Diego Alves, Réver, Paquetá e ER, mas além desses poderíamos poupar outros que têm sido importantes e dar jogo aos que poderão ser úteis e necessários mais a frente, porém mantendo um time competitivo. Por exemplo:

Rodinei - é um caso especial, percebam como ele “SENTE O TIME”. Se estamos bem ele vai bem, se estamos mal, vai mal. Como o momento é bom, poderíamos preservá-lo pra quarta.

René - ainda há muita reclamação na internet, mas ele tem melhorado e a NaçãoMaraca tem visto e reconhecido. Sua atuação defensiva tem sido extraordinária. Merecia um descanso.

Cuellar - nosso monstro no meio. Combate, luta, marcação, cobertura, recuperação de bolas. Parece não estar nem aí pro número de jogos, mas não custava nada deixá-lo de molho.

Geuvânio – é uma caso a parte no “ser útil” no futuro e deveria ser  “poupado” (rsrs) pelo que não está apresentando. Ver “in loco” nos permite observar o quanto esse rapaz corre e se esforça. Tem sido eficiente taticamente e na marcação, mas quando tem que ir a frente erra tudo que tenta. Minha teoria é que ele não está conseguindo exatamente pela função tática. Lembrem-se que no Santos ele era só atacante. Na verdade, só vejo um jogador no elenco com capacidade e força física pra desempenhar essa função sem maiores problemas: Orlando Berrío.

Dourado - tem se dedicado, se esforçado e não só ofensivamente, mas o Paolo É MUITO MAIS JOGADOR e precisamos dele com mais cancha pra quarta.

Eu iria de César, Pará (Misericórdia! Mas vai que o banco fez ressurgir o de 2016? Seria um tremendo reforço!), Juan (precisa ganhar ritmo pra quarta), Léo Duarte e Trauco (vontade pessoal minha de ver esse cara jogar nesse esquema com o time mais acertado). Jonas (também precisa de ritmo pra uma eventual necessidade), Jean Lucas (fazendo a função do Paquetá, vindo mais de trás, acho que ele consegue), Diego (também precisa de ritmo pra quarta), Marlos (pra dar uma aliviada no V.Jr e ver este rapaz de saída num time mais “tranquilo”) e Guerrero (também pelo ritmo). É isso! O que vocês acham?

Saudações Rubro-Negras!

(PS: sobre palpite vou mudar o da eterna expectativa – rsrs - e colocar o que botei no bolão, Mengão 2X0. Ok?!)

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