​- Caso não tenhamos o Maracanã na Libertadores, vamos jogar na Ilha. Existe uma relação de carinho do Flamengo com o Maracanã. Estamos muito empenhados em conseguir uma boa solução. Essa talvez seja nossa principal contratação, que não sabemos se vamos conseguir concretizar - declarou o presidente Eduardo Bandeira de Mello.

Conforme informa o ​UOL, a administração do Maraca está sendo disputada pela empresa francesa Lagardère - que possui parceria com a brasileira BWA - e a inglesa CSM (esta última já possui um acordo firmado com Flamengo e Fluminense). 

Enquanto a definição não acontece, contudo, a diretoria segue com o projeto de arena na Ilha do Governador. Em reunião nesta quarta-feira, o Conselho Deliberativo aprovou um empréstimo de R$ 12 milhões destino as obras do estádio. O projeto no estádio Luso-Brasileiro prevê capacidade para 20 mil torcedores.