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Ainda as nossas necessidades de contratações

Lei de responsabilidade fiscal do esporte

Segundo o vice-presidente de futebol Alexandre Wrobel, o Flamengo ainda conjectura as pontuais contratações, nega veementemente alguns nomes ventilados pela mídia. O nome do volante Cícero tem sido muito falado e alguns garantem que já é jogador do Flamengo.No caso Montillo, algumas fontes da mídia ainda acreditam que possa haver uma reviravolta no pensamento dos chineses em não liberar o meia argentino. Fora os nomes já conhecidos, outros mantidos em absoluto sigilo ainda podem chegar ao rubro-negro da Gávea. O trio Wrobel, Caetano e Luxa ainda estão trabalhando para a melhor qualificação do time e do elenco. Assim vamos nos aproximando do esvaziado e mal organizado Campeonato Estadual, até o início do brasileirão em maio, vamos continuar na expectativa pelas necessárias aquisições. Além do sonhado meia e de mais um volante, um atacante matador seria o ideal. Também precisamos de um volante de contenção, o Cáceres com seus inúmeros cartões e convocações para o selecionado paraguaio, cremos não ser o suficiente, hoje ventila-se a hipótese da contratação de Jonas do Sampaio Correia que já esteve na mira dos gambás. Com mais dois ou três reforços qualificados, além do encaixe do time, poderemos sonhar com títulos ainda nesta temporada.

 

Lei de responsabilidade fiscal do esporte

Em boa hora, a presidenta Dilma Roussef vetou uma manobra de parlamentares com o apoio de dirigentes pouco éticos ligados aos clubes de futebol. Este subterfúgio visava isentar estes dirigentes de qualquer responsabilidade com as dívidas atuais e futuras dos clubes, sem haver uma contrapartida que os responsabilizassem e os punissem. Acreditamos que esta lei possa ser de grande utilidade para a saúde financeira dos clubes de futebol, porém terá que haver uma nova leitura,  que exija compromissos éticos  dos dirigentes de um modo geral.

 

FLA x São Paulo

O São Paulo como era esperado ganhou dos vices nesta noite de sexta-feira, agora vamos enfrentar o time do “morumba” na final deste Torneio de Verão em Manaus. Um jogo ainda de início de temporada, cremos que bem difícil,  estamos nos ajustando, com o treinador Luxa em busca da melhor formação e com esperanças na chegada de novos nomes. Expectativa de um bom público onde certamente teremos a grande maioria da torcida ao nosso lado. Apesar do clima amistoso deste triangular, é sempre bom se levantar mais um caneco. Vamos para este jogo na esperança de uma boa vitória...

 

Pra dizer que não falei das flores

Assim como nos tempos dos "bicheiros" que se proliferavam em nosso futebol, o mecenas tricolete se mandou e levou tudo. Antes da bravata do Plano de Saúde, o time de laranjópolis já agonizava em meio a  dívidas e freqüentando séries menos nobres do nosso velho e violento esporte bretão. Com a parceria tomou ares de vencedor durante algum  tempo, já ao final teve que recorrer ao velho e surrado tapetão para se livrar de mais uma queda vergonhosa.  Deixaram de tentar novamente se estruturarem durante este período de oásis, hoje voltam a estaca zero com uma dívida gigantesca e sem condições maiores para uma reação.O chefão apaixonado a princípio disse que bancaria os contratos milionários até o fim, porém hoje já pensa diferente, quer tirar o numerário de sua empresa da reta. Pobres tricoletes!!!

 

Histórias Rubro-Negras

Em 1972, foi a primeira vez que o Campeonato Carioca foi disputado em três turnos, com o vencedor de cada turno se classificando para as finais, evidente que quem ganhasse os três turnos automaticamente já seria o campeão, anteriormente a disputa era realizada por pontos corridos A Taça Guanabara serviria então como o primeiro turno e o Flamengo foi o grande campeão. Num Fla x Flu badaladíssimo que monopolizou as atenções da torcida em geral. Foi o jogo da vida do atacante Caio Cambalhota que marcou três belos gols, um público de 137 002 pagantes, o jogo começou equilibrado, mas o gol de Liminha aos 10 minutos do primeiro tempo foi o bastante para mudar a história da decisão, este gol incendiou a Nação e o Flamengo comandado por Paulo César Caju tomou conta do jogo, Caio Cambalhota ampliou aos 19 minutos, mais dez minutos e novamente Caio assinala o terceiro gol, um chocolate, a esta altura o “maracá” é um caldeirão rubro-negro, o primeiro tempo termina com os tricoletes desapontados com a baile aplicado pelo Flamengo. Para o segundo tempo o panorama não muda, continuamos o domínio e a criar oportunidades, o "gringo" Doval assinala o quarto gol aos 18 minutos, a partir daí o mengo resolve administrar o jogo, aos 31 Jair Ganso diminui para o time de Laranjópolis , um chute despretensioso de fora da área, o goleiro Renato larga a bola nos pés do atacante Mickey que faz o segundo dos flores aos 35 minutos, a torcida tricolete que ainda estava no estádio tem uma pequena esperança de reação, porém mais um vez Caio Cambalhota decreta os 5 x 2 aos 46 minutos deste segundo tempo, uma obra nas gerais facilitou a invasão dos nossos torcedores ao gramado logo após o árbitro José Assis Aragão trilar o seu apito, uma apoteose...nossos jogadores são carregados em triunfo  pelos torcedores. Nesta decisão jogamos com Renato, Aloísio, Fred, Tinho e Rodrigues Neto, Zé Mário e Liminha, Rogério, Caio Cambalhota, Doval e Paulo César Caju.....depois disputamos as finais deste campeonato contra o próprio Flu e vencemos por 2x1 no famoso Campeonato do Sesquicentenário  da Independência já focalizado nestas Histórias Rubro-Negras.

SRN


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