A própria torcida, apesar de saber que o time poderia ir bem mais longe em função do alto investimento, deu uma trégua, apesar de não concordar com as escolhas. Vendo a equipe na final da Copa do Brasil (empatou o jogo de ida em 1 a 1 com o Cruzeiro, no Maracanã) e com chances de avançar na Copa Sul-Americana (inicia na quarta-feira a disputa das oitavas de final, diante da Chapecoense), os rubro-negros parecem acreditar no discurso do treinador, que perdeu pela primeira vez desde que assumiu o clube. “Não estamos priorizando. Apenas demos chance a jogadores que não vinham atuando”, destacou.

Com o título do Brasileirão praticamente impossível, as chances de volta olímpica ficam depositadas no torneios eliminatórios. Porém, todo cuidado é pouco. Sabedor da necessidade de estar na Libertadores do ano que vem, está apenas um ponto à frente do próprio Botafogo, primeiro time fora do G-6. Ou seja, também não é momento de descuidar desta ponta da balança.

​​