"Falta o Maracanã, falta terminar a Arena da Gávea que acabamos de conseguir a licença... Quem sabe ter um estádio de pequeno porte na Gávea... Falta muita coisa. Espero que o próximo passo seja o Maracanã", disse o mandatário, em entrevista ao ​UOL Esporte.

Em relação ao Maracanã, o Fla aguarda uma definição da Odebrecht, empresa que administra o estádio. O clube quer que o Estado abra uma licitação na busca pelo novo gestor do local, enquanto a atual concessionária pensa em repassar a administração do Maracanã à companhia francesa Lagardère por R$ 40 milhões. Por isso, o Rubro-Negro costurou um acordo para utilizar a Arena da Ilha do Governador, que passará por uma reforma que deve durar cerca de dois meses.

"Acredito que no final de fevereiro ou no início de março a Arena da Ilha já deva estar à disposição. Antes disso, se tiver o Maracanã, a gente joga no Maracanã. Se não tiver, a gente já está acostumado, a torcida já está acostumada e podemos jogar em outras praças", explicou o dirigente.

A construção da Arena da Gávea, orçada em R$ 28 milhões e bancada por uma rede de fast food, está prevista para começar em abril ou maio de 2017. A projeto será votado pelo Conselho Deliberativo do clube em janeiro.

​​