• BICAMPEÃO DA LIBERTADORES
  • HEPTACAMPEÃO BRASILEIRO

Auditoria avalia proposta do Fla como ‘superior aos padrões’ do Brasil em indenizações relacionadas a tragédia

Nesta quinta-feira (08), a maior tragédia da história do Flamengo completa 26 meses. O incêndio que aconteceu no Centro de Treinamento Ninho do Urubu resultou na morte de dez jovens das categorias de base. Até o momento, o Rubro-Negro não fechou acordo com todas as famílias das vítimas. No entanto, a E. Young, empresa de auditoria, avaliou como positiva as propostas do clube.

Através das redes sociais, Rodrigo Dunshee, vice-presidente geral e jurídico do Flamengo, trouxe a público a opinião de uma das maiores empresas de auditoria do mundo: “Nota da E. Young no Balanço auditado do Fla: “O Flamengo ofereceu aos familiares um valor superior ao que a justiça brasileira costuma determinar em casos como este e 24,5 famílias, dos 26 atingidos pela tragédia, já entraram em acordo, no que diz respeito a indenizações”, escreveu o dirigente.

Logo em sequência, Dunshee aproveita o espaço para comemorar o reconhecimento da empresa: “Nem eu sabia o que a gigante mundial da auditoria havia comentado sobre os acordos e fiquei feliz de ver que, tecnicamente, acabou fazendo um reconhecimento do trabalho feito mesmo com pandemia, perdas enormes de receita, basta ver a folha 53 do balanço. Seguiremos até o fim”, finalizou o dirigente.

CONFIRA A PUBLICAÇÃO:

Vale destacar que ainda não há condenação ou culpado pela tragédia. No entanto, em janeiro de 2021, o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MP-RJ) denunciou onze pessoas pelo incêndio no Ninho do Urubu. Entre elas, o ex-presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello. Além disso, há dois funcionários denunciados que ainda trabalham no clube, como é o caso de Carlos Noval, gerente de transição do futebol, e Marcos Vinicius Medeiros, monitor da base.

Publicado em colunadofla.com.