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Com meta 100% para o Flamengo nos próximos três jogos, Ney espera a paz

Técnico muda discurso e estipula necessidade de vencer Santos, Figueirense e Cruzeiro antes da paralisação do Campeonato Brasileiro para a Copa do Mundo

Ney franco flamengo treino (Foto: Thales Soares)Ney Franco trabalha pela recuperação do Flamengo no Brasileiro (Foto: Thales Soares)

Quando foi apresentado como novo técnico do Flamengo, Ney Franco não quis estipular metas a curto prazo para o time. Na ocasião, disse que o objetivo de um grande clube sempre deve ser o título. No entanto, a derrota para o São Paulo e o empate com o Bahia fizeram com que o treinador olhasse para os próximos três jogos de forma diferente, já que depois disso terá uma longa parada no Campeonato Brasileiro para a disputa da Copa do Mundo.

Ney Franco traçou como meta a conquista de nove pontos nos próximos três jogos, ainda que todos sejam disputados fora do Rio. O time vai enfrentar Santos e Figueirense no Morumbi. O duelo contra o Cruzeiro está marcado para Uberlândia. Depois disso, o grupo deve ter 10 dias de férias antes de retomar as atividades durante a paralisação da competição.

- Insisto em falar dos dois últimos jogos porque são os do meu trabalho. Precisamos de concentração total nos três  próximos jogos. Não é porque jogamos mal nos dois últimos que vamos continuar assim. A meta é conquistar nove pontos para nos dar tranquilidade durante a parada - afirmou Ney Franco.

Com contrato até o fim de 2015, o treinador sabe que a situação de momento é complicada. A diretoria corre em busca de reforços e da contratação de um diretor executivo que vai substituir Paulo Pelaipe, demitido no mesmo dia de Jayme de Almeida. O time tem apenas cinco pontos conquistados em seis jogos, ocupando a 16ª colocação.

- Não podemos jogar a toalha. A resposta tem que vir no domingo. A única forma de conseguir isso é com o resultado dentro de campo - disse o treinador.

Com duas formações diferentes contra São Paulo e Bahia, Ney ainda procura entender melhor o elenco e sua dinâmica. Contra o Santos, domingo, no Morumbi, ele será obrigado a mudar o ataque com a lesão de Alecsandro. Ele já não contava com Hernane e Nixon, também machucados.

- Estamos cobrando uma intensidade maior no treinamento para transportar isso para o jogo. Temos que definir as marcações, quem pega quem e não deixar jogar. Contra o São Paulo, os volantes tiveram liberdade. Talisca e Maxi (no jogo contra o Bahia) se movimentaram facilmente contra a nossa equipe - explicou o treinador.

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