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Contra o Fluminense, Luxa tem nova barreira a ser quebrada pelo Flamengo

Com o atual treinador, time consegue superar obstáculos, faz gols e vence como visitante e enfrentará tabu no clássico deste domingo, no Maracanã, pelo Brasileiro

Luxemburgo treino Flamengo (Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)Luxa está de olho no Tricolor (Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

Quando Vanderlei Luxemburgo assumiu o Flamengo em julho, a fase era das piores. O time sofria com números muito ruins no Campeonato Brasileiro, sem perspectiva. Com ele, conseguiu fazer gol e vencer como visitante, saiu da lanterna da competição e está entre os 10 primeiros colocados. Neste domingo, no Maracanã, o desafio será vencer pela primeira vez no ano o Fluminense.

Em 2014, foram dois jogos. O Fluminense venceu os dois. Primeiro, por 3 a 0, pelo Campeonato Carioca, na única derrota do Flamengo na campanha do título. A segunda aconteceu no primeiro turno do Brasileiro por 2 a 0.

- Clássico, né? É sempre muito igual. Quando cheguei o time não fazia gol fora de casa, não ganhava fora de casa, passou a virar. Em algum momento vai ganhar do Fluminense. Espero que seja esse. Mas é difícil, é um clássico que tem história, vamos jogar sabendo que é uma equipe de muita qualidade, um excelente time - disse Luxemburgo.

O Fluminense vem de uma derrota por 3 a 1 para o Vitória, lanterna da competição. Já o Flamengo empatou em 2 a 2 com o Palmeiras, no Pacaembu. Luxemburgo não acredita que esses resultados possam influenciar no desempenho dos times no confronto de domingo.

- Nada a ver. Muda, é clássico, motivação, eles estão buscando o espaço deles, nós de sair da confusão. A derrota, eles não trazem para esse jogo. E jogar na Bahia é duro, não é fácil, não. Perderam, mas não quer dizer que vão entrar fragilizados - comentou o treinador.

Luxemburgo trabalhou no Fluminense no ano passado durante a disputa do Campeonato Brasileiro. Acabou deixando o clube antes do fim da competição, sendo substituído por Dorival Júnior. O conhecimento do time ajuda na disputa do clássico, mas não é determinante para o treinador.

- Não vai ganhar por causa disso. Claro, ter certo conhecimento facilita o trabalho de identificar um jogador um pouco mais do que quando você não trabalha com o jogador - afirmou o treinador.


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