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Coronel Rubro-Negro do Corpo de Bombeiros de São Paulo fala sobre sua paixão pelo Flamengo

Acompanhando o Clube há 39 anos, Rogério Bernardes Duarte mora em São Paulo, mas escolheu o Rubro-Negro como time do coração

Cel Duarte mora em SP, mas tem sangue Rubro-Negro

Cel Duarte mora em SP, mas tem sangue Rubro-Negro

Que o Flamengo é o Mais Querido do Mundo, não há dúvidas e justamente por isso, sua popularidade e pluralidade são inegáveis. O Rubro-Negro tem a Maior Torcida do Mundo e a quinta mais popular do estado de São Paulo, só perdendo para os quatro grandes times do mesmo. Um dos rubro-negros que pode representar a grandeza do Flamengo é Rogério Bernardes Duarte.
 
Coronel Duarte, como é conhecido o Comandante do Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo, tem 51 anos e seu amor pelo Mais Querido surgiu quando ainda tinha 12 anos, em 1978, e ia às matinês no cinema. Sempre antes dos filmes, passava o canal 100, onde grande parte do que assistia eram os gols do Zico.
 
Assim como mais de 40 milhões de torcedores, Cel. Duarte ficava maravilhado com a forma que o Zico jogava e com os gols que fazia. Segundo ele, foi a partir disso que a paixão pelo Clube começou, passando assim, a ser fã do Galinho de Quintino.
 
"Quando criança e, principalmente na adolescência, gostava muito de jogar futebol num campinho perto da minha casa, morando em Guarulhos (cidade da Grande São Paulo). Quando jogava, procurava imitar o Zico e procurei saber mais sobre ele, talvez me identificando com seu início no futebol e com sua superação para ganhar corpo", lembrou.

O Comandante destaca o fato de admitir ser torcedor do Flamengo no meio de tantos outros Clubes de São Paulo. Seu filho mais velho, inclusive, se chama Artur em Homenagem a Zico. Já o mais novo, Mateus, tem 21 anos e herdou o rubro-negrismo do pai.
 
"Minha família aceita bem essa situação. Os meus amigos estranham, sempre que digo que torço pelo Flamengo, as pessoas pensam que sou Carioca. Um dos grandes sonhos que tinha, e dizia ‘isso ainda tenho que fazer antes de eu morrer’, era ver o Flamengo de Zico jogar no Maracanã. Infelizmente isso não aconteceu. Ainda não morri, mas, dificilmente verei o Zico jogar com a camisa do Flamengo no Maracanã. Ainda sim, sonho de, juntamente com meu filho, ver o Mengão jogar no Maraca", declarou emocionado.
 
Morando em São Paulo, longe de seu Clube de coração, Duarte vai aos jogos do Flamengo em sua cidade natal e destacou que o fato de torcer pelo Mais Querido não faz qualquer interferência em sua carreira como Bombeiro, sua outra paixão.
 
"Por mera coincidência, o Bombeiro é rubro, quase rubro-negro, pois suas viaturas são vermelhas. Isso praticamente une minhas paixões." 

O rubro-negro finalizou destacando o seu momento mais marcante como torcedor.
 
"Pra mim o momento mais emocionante e marcante foi o campeonato mundial em 1981, quando o Flamengo tinha o ‘time de ouro’. Vi esse jogo do Japão, pela TV. Uma das cenas que mais me marcou como torcedor do Flamengo e fã do Zico foi uma ocasião em que o Costinha levou seu filho para assistir o treino do Flamengo e quando o garoto viu o Zico não parava de falar: "É o Zico, é o Zico, é o Zico...’, numa incontida explosão de grande emoção",  finalizou.

Fonte: http://www.flamengo.com.br/site/noticia/detalhe/22591/coronel-rubro-negro-do-corpo-de-bombeiros-de-sao-paulo-fala-sobre-sua-paixao-pelo-flamengo

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