A ideia dos advogados, durante o julgamento do caso, é enfatizar o passado exemplar do atacante, que jamais teve algum problema de doping na carreira. Por isso, a presença na urina de Benzoilecgonina, principal metabólico da cocaína, é algo que não tem relação com o uso de drogas.

Na manhã desta terça-feira, a defesa do profissional retornou de Lima, no Peru, bastante otimista. Conforme o bioquímico Luiz Carlos Cameron, não houve consumo de substância ilícita. Existe a possibilidade de ter havido a contaminação por meio de algum líquido ingerido por Guerrero - o metabólico também aparece na folha de coca, ingrediente de chás servidos em diversos países da América do Sul. Caso se confirme sua inocência, os possíveis quatro anos de suspensão podem se transformar em uma advertência.