Diante de vaias da torcida do Flamengo, Réver admite: 'A revolta do torcedor não é de hoje'

Diante de vaias da torcida do Flamengo, Réver admite: 'A revolta do torcedor não é de hoje'

A sensação de dívida do time do Flamengo com sua torcida aumentou um pouco mais depois desta quarta-feira, com a perda do título da Sul-Americana em casa para o Independiente. Réver seria o capitão a levantar a taça em caso de conquista, mas deixou o gramado sob os gritos de "time sem vergonha" que os rubro-negros cantaram no Maracanã.

- Essa revolta do torcedor não é de hoje. Deixamos escapar a conquista dentro de casa. Pedimos para que fizessem a parte deles, eles foram espetaculares, mas não vencemos - lamentou o zagueiro.

O sonho de voltar a vencer um título internacional depois de 17 anos acabou. Com o resultado, os times brasileiros que dependiam do rival para subir um degrau nas competições internacionais ficaram a ver navios: o Vasco permaneceu na segunda fase da Libertadores, o Atlético-MG não conseguiu vaga na competição, nem o Sport na Sul-Americana de 2018.

Para o Flamengo, o planejamento será diferente ano que vem. Como jogou por mais tempo na temporada atual que os rivais, o retorno das férias, ao menos para os titulares, será retardado para compensar. Diego, depois de mais uma vice-campeonato pelo time rubro-negro - ele ficou em segundo lugar na Copa do Brasil deste ano, disse que espera melhor sorte em 2018:

- Nós merecemos, nossa torcida merece um título de expressão. Precisamos equilibrar a vontade com a frieza. Às vezes ficamos com muita vontade e cometemos erros.