As perspectivas para 2017 são diferentes. O Fluminense, por exemplo, embora aguarde a definição acerca da situação do Maracanã para saber se jogará ou não no estádio, já tem em Edson Passos uma segunda casa. O pagamento dos atletas está em dia e uma nova gestão, do presidente Pedro Abad, se inicia no clube.

A situação é similar na Gávea. As contas rubro-negras estão em dia e o Flamengo não precisará mais viajar pelo país para jogar as partidas das quais possui mando de campo. O clube alugou a Arena da Ilha, onde o Botafogo jogou em 2016, por três anos e atuará no estádio enquanto o imbróglio do Maracanã não for resolvido.

O Vasco, único entre os quatro grandes a não sofrer com a falta de uma casa, seguirá em São Januário. A grande diferença em 2017 serão os salários em dia, problema que incomodou o elenco neste ano.

"O próximo ano será muito melhor neste sentido. Fizemos um grande esforço nas finanças. Será muito melhor para o Vasco em termos de resultados no futebol, mas com absoluta consciência. Será um investimento mais ousado, mas com certeza, repito, com responsabilidade", disse o presidente Eurico Miranda, em entrevista ao site ​UOL Esporte.

O Botafogo contará com o maior estádio disponível no Rio, o Engenhão, que receberá também o amistoso entre Brasil e Colômbia. Com contas em dia, o clube já até anunciou a contratação do grande reforço para a próxima temporada, o meia argentino Montillo.