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Dívida do Flamengo aumenta em R$ 163 milhões devido à pandemia da Covid-19

A pandemia da Covid-19 paralisou, por meses, todas as competições esportivas ao redor do mundo. Durante a ausência dos campeonatos, os clubes começaram a ser afetados pela crise, perderam patrocínios, verbas de bilheteria, e foram obrigados e refazer todo o planejamento para tentar minimizar os efeitos econômicos. Em uma lista de dez clubes brasileiros que mais sofreram com a variação das dívidas, o Flamengo é o terceiro do ranking, com um aumento de R$ 163 milhões.

Conforme divulgado pelo Globo Esporte, em dezembro de 2019, as dívidas do Flamengo giravam em torno de R$ 540 milhões e, apenas no primeiro semestre de 2020, o valor aumentou para R$ 703 milhões. Com R$ 163 milhões de variação, o Rubro-Negro é o terceiro clube com maior aumento na dívida, ficando atrás apenas de Corinthians, o ‘top 1’ da com R$ 237 milhões de variação, e Cruzeiro, com R$ 180 milhões. Segundo o veículo, o cálculo do levantamento avalia todas as dívidas do clube, menos o caixa.

Vale lembrar que, com a suspensão das atividades, o Flamengo não demorou a sentir os primeiros impactos nos cofres e, nos primeiros meses, precisou lidar com a perda do patrocínio da Azeite Royal, que rescindiu com os quatro grandes do Rio de Janeiro, com o atraso no pagamento da mensalidade da Adidas, fornecedora de material esportivo, além da perda de assinantes no programa sócio-torcedor e, também, a ausência de valores de bilheteria.

Banco BRB que, além da parceria, será sócio do Mengão na criação de um banco digital. Além do Banco de Brasília, na tentativa de minimizar os impactos nos cofres, o Rubro-Negro conseguiu acordos com o PES (Konami), e continua buscando novos parceiros para o clube.

Publicado em colunadofla.com.