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Exclusividades e caprichos: diretor de “A Glória Eterna” revela detalhes especiais da nova série sobre a Libertadores do Flamengo

Por: Higor Neves e Nathalia Coelho

Em novembro de 19, ficou marcado na história… A narrativa da Copa Libertadores da América do último ano será lembrada por diversas gerações, sobretudo de rubro-negros, uma vez que o Flamengo se tornou campeão do torneio vivendo um verdadeiro ‘roteiro de cinema’. Neste mês, a própria Conmebol é quem vai lançar uma minissérie especial sobre a conquista do Fla: intitulada como “A Glória Eterna”, a produção vai ao ar no dia 14 de junho, e Ricardo Taves, diretor e roteirista da obra, detalhou o processo com exclusividade à reportagem do Coluna do Fla.

Apesar de ser publicada quase oito meses depois, A Glória Eterna surgiu no imaginário de seus produtores em 24/11/2019, exatamente um dia após o Flamengo vencer o River Plate e dominar o continente pela segunda vez.

A ideia surgiu ainda em Lima, um dia após a final. Mas fazer uma minissérie não é fácil, requer assistir a todo o material de novo, gravar novas coisas, pensar em trilha sonora, em edição de imagem… Foi um processo que demorou naturalmente por conta disso -, contou Taves.

A ORGANIZAÇÃO DO MATERIAL E O PONTAPÉ INICIAL

A produção, porém, não se ateve apenas ao título do Flamengo em si, afinal, o período de gravações durou de março de 2019 até fevereiro de 2020, ou seja, chegando a entrar na atual temporada – as gravações foram paradas durante a pandemia do novo coronavírus.

Vale destacar que a minissérie também falará sobre a Libertadores de 1981, primeiro título conquistado pelo Fla na competição. Com todo esse material, elaboração do roteiro aconteceu em março deste ano, assim dando o ‘pontapé inicial’ na produção.

EXCLUSIVIDADES

Um dos grandes trunfos d’A Glória Eterna é trazer ao torcedor um material novo e jamais visto, mesmo após outras séries e especiais sobre o título rubro-negro já terem sido lançados anteriormente. As exclusividades serão principalmente em relação aos jogos do mata-mata, desde a ‘remuntada’ sobre o Emelec, nas oitavas de final, até a grande decisão ante o River Plate, em Lima (PER).

Além disso, no próprio material à parte dos jogos, bastidores e afins, a produção da Conmebol tentará trazer uma cara mais rubro-negra. Em meio a essa ideia, foram realizadas entrevistas com ídolos como Zico, Mozer e Gabigol. Também foi lançada a música ’23/11′, feita pelo rapper Sain, diretamente para a série. Taves explicou o conceito por trás da canção.

– A trilha sonora é exclusiva, feitas exclusivamente para a série, pelo Sain (rapper), filho do Marcelo D2. Inclusive, no teaser lançado na última quinta (09), tem música inédita, que se chama “23/11”, porque o Flamengo ganhou a Libertadores pelas duas vezes no dia 23 de novembro.

VALORIZAÇÃO DO RIVAL E HISTÓRIA DO TROFÉU

Um dos meios encontrados pela Conmebol para dar ao rubro-negro a verdadeira dimensão do título conquistado será através do próprio River Plate. Entre os produtores, há um consenso de que é necessário reconhecer a força do time argentino no torneio. Vale destacar que a equipe comandada por Marcello Gallardo era a atual campeã da Libertadores e partia para o segundo título seguido até os 43 do 2° tempo, quando Gabigol empatou a partida e iniciou uma das maiores viradas da história do futebol mundial.

Ainda na ideia de apresentar melhor para o torcedor todo o contexto envolvido, a Conmebol trará a narrativa com enfoque no troféu entregue ao campeão. Neste processo, será apresentada a história de sua criação, como e quando foi desenhado, toda a logística de transporte, os cuidados especiais, até que ele chegasse às mãos dos novos detentores.

Publicado em colunadofla.com.