Durante a entrevista, o treinador revelou uma mágoa com o narrador da Rede Globo, Galvão Bueno, pelas críticas feitas à Seleção após a derrota história para a Alemanha.

"Teve um colega teu, de TV, que passou dez minutos depois do jogo apontando pra mim. Hoje eu não falo para esse senhor, no caso, o Galvão Bueno. Enquanto ele achar que é o todo poderoso, um deus, e que pode fazer aquilo que fez comigo, me jogando contra a torcida... Eu fico aqui. Cada um na sua. Eu não devo nada, cada um faz o seu trabalho e segue sua vida", disse Felipão.

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Sem clube desde novembro do ano passado, quando deixou o Guangzhou Evergrande, da China, Felipão ainda contou que foi procurado pelo Atlético-MG no início deste ano, ​após a demissão de Oswaldo de Oliveira.

"Atlético Mineiro me procurou. Nós conversamos uma situação dois meses atrás, mas disse que antes de abril, eu não ia conversar nada. Mais tarde chegamos a conversar, mas o menino [Thiago Larghi] está trabalhando. Quem sabe no futuro, se eu ficar no Brasil e se eles quiserem, eu posso conversar de novo", concluiu.

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