Felipe Vizeu entra na justiça contra empresários

Felipe Vizeu entra na justiça contra empresários

Felipe Vizeu vem passando por momentos conturbados em sua vida particular, o que vem afetando diretamente o seu lado profissional. O atleta pediu para não viajar para o Equador, na segunda rodada da Copa Libertadores da América, alegando problemas particulares. O atacante também não viajou para o amistoso contra o Atlético-GO, por afirmar que estava sentindo um leve desconforto muscular, e, por fim, sequer foi relacionado para a partida da última quarta-feira (18), pela Libertadores, contra o Santa Fe-COL, por estar com uma lesão na coxa esquerda.

Se já não bastasse todos os problemas enfrentados pelo atleta, a jornalista Gabriela Moreira, da Espn, informou que o atacante entrou na justiça no último dia 9 contra a empresa Brazil Football LTDA. O motivo? Vizeu não recebeu absolutamente nada de sua venda para Udinese, da Itália. O jogador fora vendido por cerca de R$ 20 milhões e acreditava que iria ter direito a 10% do negócio, afinal, 60% era do Fla e outros 30% de seus empresários. Pelo menos era isso que o centroavante achava.

Felipe foi pego de surpresa quando descobriu que os 10%, que achava ser seu, estavam nas mãos de seu principal empresário, há quase dois anos. A princípio, o profissional não acreditou, mas encontrou em sua residência o documento que confirmou a transação. Vizeu havia cedido os seus direitos por R$ 102 mil para a empresa que administrava sua carreira: Brazil Football LTDA.

Contudo, o camisa 47 teria direito com a venda para o clube italiano, caso não tivesse vendido os seus 10%, a R$ 2 milhões. A história está sendo contada na 7ª Vara Cível da Barra da Tijuca, ao qual a jornalista Gabriela Moreira teve acesso. A repórter entrou em contato com os advogados da empresa, mas eles disseram que não iriam se pronunciar.

No processo, o jogador afirma que foi “ludibriado” pelo seu próprio empresário. Vizeu alega que foi enganado, pois seu agente o fez assinar a cessão de seus direitos em meio a diversos outros documentos.

Você pode ler a matéria da Gabriela Moreira na íntegra clicando aqui