– Tenho certeza que a torcida do Flamengo vai abraçar a causa do Jogo da Solidariedade, como chamou o prefeito, que vai ajudar a abastecer 350 toneladas de alimentos para os restaurantes populares. Estreia no Brasileiro já com cheirinho de hepta. Gesto de extrema compreensão e correspondendo a um antigo anseio da construção do estádio da Gávea, um nosso grande sonho e que agora vai se tornar real – disse EBM, também comentando a parceria com a prefeitura para a reabertura dos restaurantes populares.

A ideia do Fla é utilizar a Gávea para jogos de menor público - a capacidade do Estádio Acústico deve chegar a, no máximo 25 mil torcedores. Crivella defendeu a ideia e explicou que obras de mobilidade urbana tornaram a obra, um sonho antigo do clube, em algo possível.

– É possível fazer um estádio acústico, é bom destacar essa palavra, na Gávea. Não havia tecnologia nem metrô, então sempre esbarrava no trânsito. Como vamos colocar 25 mil pessoas num estádio? Como eles vão chegar, como vão sair. Será uma confusão. O Estado levou o metrô até à Gávea. Vai haver convênio para os jogos. O estádio acústico do Palmeiras é um modelo que serve de exemplo para nós. É possível fazer com que as pessoas brinquem, celebrem sem atrapalhar os moradores vizinhos. Os moradores do Selva de Pedra não deixarão de ver filmes ou novelas. Não serão incomodados – argumentou o prefeito. 

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