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Fla soma sua pior campanha nos pontos corridos em nove rodadas

Time soma apenas sete pontos nos primeiros nove jogos e está na zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro, ocupando a penúltima colocação

Wallace, Amaral e Henrique Cruzeiro x Flamengo (Foto: Cristiane Mattos/Futura Press)Jogo contra o Cruzeiro deixa marca negativa no time (Foto: Cristiane Mattos/Futura Press)

A esperança no Flamengo era de que o time terminasse as primeiras nove rodadas do Campeonato Brasileiro bem colocado, pelo menos entre os quatro primeiros. No entanto, a realidade foi bem diferente. Com a derrota para o Cruzeiro, parou para a Copa do Mundo com apenas sete pontos somados, ou seja, um aproveitamento de 25,9%.

Essa campanha é a pior do Flamengo na era dos pontos corridos (desde 2003) neste número de rodadas. A pontuação é a mesma de 2004, quando o time estava na 21ª colocação entre 24 times e brigou até o fim contra o rebaixamento. O saldo de gols de 2014, no entanto, é pior (negativo de sete contra negativo de quatro).

Nessa fase da competição na era dos pontos corridos, o Flamengo só estava na zona de rebaixamento em 2004 e 2005, dois anos de sufoco na reta final do Campeonato Brasileiro. Em 2014, o time termina pela terceira vez uma rodada entre os quatro últimos colocados.

O histórico do Flamengo nos pontos corridos não indica boas campanhas no começo da competição. Apenas em 2008, 2010 e 2011, o time completou a nona rodada entre os quatro primeiros. Em 2008, inclusive, liderava a competição.

Depois da derrota para o Cruzeiro, os jogadores do Flamengo foram liberados para um período de 15 dias de férias. A volta aos treinamentos está programada para o dia 16, no Ninho do Urubu. Até lá, a expectativa é de que contratações de peso sejam feitas para mudar o atual cenário.

Por enquanto, há negociações em curso com o argentino Montillo, que está na China, e Fernandinho, ex-Atlético-MG, que pertence ao Al Jazira, dos Emirados Árabes, além do goleiro Julio Cesar, da seleção brasileira e do Toronto FC, que tem uma proposta nas mãos para assinar um contrato de três anos. Outros nomes estão na pauta, mas são mantidos em sigilo.