De acordo com o projetado, apesar de uma diminuição sensível nos ganhos com direitos de transmissão (pelo percentual de pesquisa do pay-per-view passou 15,1% para 13,9%), a previsão é de que as receitas aumentem bastante de um modo geral em comparação com a última temporada. Seriam R$ 435 milhões, R$ 26,8 milhões a mais do que o cálculo para 2016. Desse total, mais de R$ 61 milhões viriam em bilheteria, fonte de renda com maior crescimento em relação a 2016, que sofreu com o caráter itinerante dos mandos de campo do Rubro-Negro.

No que diz respeito à dívida, que já caiu para R$ 415 milhões, a intenção é reduzir ainda mais, atingindo o patamar de R$ 360 milhões no total. Valor assustadoramente mais baixo que os R$ 715 milhões de 2012. Já no tópico "patrocínio e publicidade", o clube espera arrecadar mais R$ 70 milhões, contra R$ 59,4 milhões orçados em 2016. Já em "patrocínios incentivados", foram R$ 9,4 milhões há um ano e R$ 23,6 milhões agora.

Por fim, o aprovisionamento para as despesas estará na casa dos R$ 270,8 milhõesR$ 31 milhões a mais que os R$ 239,6 milhões previstos no orçamento anterior. Muito do incremento se deve a gastos com salário (R$ 155,6 milhões - 20% a mais que o do ano de 2016).

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