Com as reformas para a Copa de 14, Maracanã e Mineirão foram entregues a gestores privados. Grandes responsáveis por levar público e tornar os estádios rentáveis, os clubes agora perdem uma boa fatia da renda para os administradores - que, em muitos casos, nem sabem muito bem como gerir os espaços.

Segundo informações do ​jornalista Rodrigo Mattos, nas semifinais, o Fla ficou com apenas 37% do total da bilheteria. Em situação semelhante, o Cruzeiro conseguiu ficar com 40% do borderô. Ao todo, os mineiros já deixaram R$ 3,4 milhões com a Minas Arena, enquanto o consórcio da Odebrecht, no Maracanã, já levou mais de R$ 12 milhões em 2017. 

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