Flamengo embarca para a Colômbia sob protestos

Flamengo embarca para a Colômbia sob protestos
Delegação do Flamengo na manhã desta segunda-feira rumo a Bogotá para partida da Libertadores (Foto: Reprodução/Twitter)

A delegação do Flamengo teve uma surpresa pouco agradável na manhã desta segunda-feira, no embarque para a Colômbia, onde, na quarta-feira, o time enfrentará o Independiente Santa Fe pela quarta rodada da fase de grupos da Copa Libertadores. Seis torcedores foram ao Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, protestar contra a irregularidade do time no torneio continental.

O mais criticado, apesar de a revolta ser com o desempenho em campo, foi o presidente Eduardo Bandeira de Mello, que precisou contar com o apoio de alguns seguranças para conseguir embarcar. A torcida pedia a saída do dirigente e o fim da apatia em campo. Os volantes Willian Arão e Jonas foram os mais xingados dentre os atletas e nem o técnico interino Maurício Barbieri foi preservado.

Como o time bateu o América-MG por 2 a 0 no último sábado, no Maracanã, em jogo válido pelo Campeonato Brasileiro e que marcou a despedida do goleiro Júlio César dos gramados, o protesto não era esperado.

O Flamengo divulgou uma nota oficial sobre o episódio, minimizando o protesto. A nota diz: “O Flamengo respeita o direito dos torcedores se expressarem, mas lamenta o ocorrido. E entende que cinco ou seis pessoas não representam toda torcida flamenguista.”

Sobre o time que vai a campo na quarta, ainda será definido nesta terça-feira. Embarcaram os goleiros Diego Alves, César e Thiago; os laterais Pará, Renê, Rodinei e Miguel Trauco; os zagueiros Juan, Léo Duarte, Thuler e Réver; os volantes, Willian Arão, Jonas, Jean Lucas e Gustavo Cuéllar; os meias Diego, Lucas Paquetá e Everton Ribeiro, e os atacantes, Marlos Moreno, Geuvânio, Lincoln, Vinicius Júnior e Henrique Dourado.

Nesta terça-feira o time treina na parte da tarde. O Flamengo lidera o Grupo D da Copa Libertadores ao lado do River Plate, da Argentina, com cinco pontos. O Santa Fe possui três pontos, enquanto o Emelec, do Equador, segura a lanterna com um ponto.