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Flamengo x Corinthians

Perigo no ar

Como  é público e notório, iremos sem Sheik e Guerrero contra os gambás, pergunta aos cartolas corinthianos, e se o substituto de um dos dois fizer o gol da vitória rubro-negra? Num momento em que o futebol clama por profissionalismo, nada mais amador. Certamente com Sheik e Guerrero a renda seria muito maior, a visibilidade do jogo também. Todos ganhariam os clubes, as TVs, os patrocinadores e os quase sempre esquecidos torcedores. 

Provavelmente, será um jogo bem diferente do de quarta-feira contra o Inter. O treinador Tite tem como marca jogar na base da cautela, sobretudo fora de seus domínios, o time do Tietê embora bem na tabela, é o segundo pior ataque da competição e a melhor defesa. Nosso time ainda carece de um meio campo mais criativo, e a falta dos dois astros do ataque será muito sentida. Uma vitória seria o ideal, porém diante das circunstâncias que se apresentam, um empate não seria um mal resultado. Sem Sheik e Guerreiro, com Eduardo da Silva negociado, Marcelo Cirino, Gabriel, Alan Patric , Paulinho, talvez Arthur Maia ou mesmo M.Araújo liberando mais o Everton para o ataque, são as opções. Evidente que o primeiro tem vaga assegurada,esperamos um Marcelo Cirino mais objetivo, mais decisivo, pois na maioria de suas últimas apresentações, ele só demonstrou correria, precisa melhorar sua produção. A outra vaga dependerá da visão do treinador Cristóvão, nós iríamos de Alan Patrick com Everton mais próximo de Cirino. 
Cremos que a iniciativa e imposição de jogo deva partir do Flamengo, jogamos em casa e com a presença da "magnética", todavia mantendo a atenção no nosso sistema defensivo, que protegido por um meio campo marcador funcionou bem no Beira-Rio, até o execrado zagueiro Marcelo foi bafejado com rasgados elogios. 
Um jogo de muita estratégia, e que poderá ser decidido numa bola. Teoricamente um jogo de poucos gols, mas isso fica por conta das subjetividades do futebol.

 

Perigo no ar

Já em 2008, quando da primeira queda do Vasco para Série B, o nefasto Eurico Miranda afirmou que com ele no comando, o Vasco não cairia. Não haveria hipótese disso acontecer, ele na ocasião foi um fator fundamental para a queda do time cruzmaltino, porém a presidência do clube já estava nas mãos de Roberto Dinamite. Na segunda queda em 2013, novamente veio a "boca de cena" e reafirmou, com ele na presidência, o Vasco não desceria. Em 2000 quando o Fluminense subiu da Série C para a B, Eurico chefiou a virada de mesa,na ocasião criaram a Copa João Havelange e o tricolor voltou a primeira divisão pela porta dos fundos. Hoje o Vasco novamente sob o comando do nefasto Eurico, agoniza nas últimas colocações deste brasileirão, talvez ainda seja muito cedo para se decretar uma nova queda do time viceano. Porém todo o cuidado é pouco, Eurico é capaz de tudo, tem transito com a desmoralizada CBF. Esperamos todas as intransigências possíveis e imagináveis dos nossos dirigentes com qualquer tipo de virada de mesa. Seria a decretação do fim do que resta de moral, no combalido futebol tupiniquim.

 

Histórias Rubro-Negras

Flamengo 5 x 1 Gambás      ESTAVA COMEÇANDO A ERA ZICO.
 
Um jogo amistoso perdido no já longínquo ano de 1974, estrea no Flamengo do zagueiro Luiz Carlos Gualter que fora contratado ao Corinthians. Naquele domingo 17 de fevereiro, apenas 13 926 pagantes compareceram ao Maracanã. 
O jogo começa morno, sem muita intensidade, porém um lançamento em profundidade de Rivelino coloca o ponta direita Waguinho diante do goleiro Renato, aos 20 minutos do primeiro tempo 1 x 0 gambás. A partir deste momento o jogo adquire outra conotação, o Flamengo desperta, vai pra cima, envolve o time paulista, cria chances, Zico cobrando falta de forma magistral empata aos 44 minutos deste primeiro tempo. No segundo tempo, logo aos 3 minutos Geraldo também de falta vira o jogo para o "mais querido", o rubro-negro toma conta do jogo, aos 7 minutos Zico em gol de placa sai driblando toda a defesa corinthiana  e aumenta para 3 x 1, um toque de bola envolvente, lances de alta qualidade técnica por parte do time rubro-negro, os gambás na roda, aos 20 minutos Zico deixa Dario na cara do gol, o Dadá toca na saída do goleiro e marca o quarto gol, apesar de pequena, a Nação sacode o maraca. Dois minutos depois novamente Zico faz um lançamento para o veloz Dario, desta vez também em profundidade, Dario passa pelo goleiro e quase entra com bola e tudo, Flamengo 5 x 1 Gambás. Uma atuação brilhante do time e um show a parte de Zico, que demonstra  estarmos diante de um novo astro, um craque de verdade, dentro e fora de campo. A Imprensa paulista demorou a reconhecer  Zico como um verdadeiro craque, criaram sofismas, argumentos inconsistentes. Como se vê, este bairrismo provinciano vem de longa data. Jogamos com Renato, Souza ( Bataglion), Chiquinho Pastor, L.Carlos Gualter ( Jayme de Almeira) e Rodrigues Neto, Liminha, Geraldo ( Ze Mario ) Rogério ( Julinho ) Dario, Zico e Paulinho Carioca.

SRN


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