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Gabigol pode atingir nova marca pelo Flamengo na decisão da Supercopa

Por: Ana Beatriz Zayat

No dia 14 de fevereiro de 2021, pouco mais de dois anos após sua chegada, Gabriel Barbosa celebrou 100 jogos com a camisa do Flamengo e ainda pôde comemorar três pontos diante do Corinthians. Do total, o artilheiro do século XXI atuou como titular em 99 partidas e saiu do banco de reservas em outras seis – três vezes para cada temporada no clube (2019-20).

Caso seja escolhido entre os 11 contra o Palmeiras, na decisão da Supercopa, no domingo (11), Gabigol poderá comemorar novamente a marca de 100 jogos pelo Flamengo. Desta vez, porém, apenas como titular. O confronto está marcado para acontecer no Mané Garrincha, às 11h (horário de Brasília).

Gabigol atuou por 77 minutos e marcou um gol entre os três jogos como reserva utilizado, todos pelo Campeonato Brasileiro 2020. O retrospecto é o que mais chama atenção: foram duas derrotas e apenas uma vitória. Na primeira partida que saiu do banco, contra o Fortaleza e ainda sob o comando de Domènec Torrent, Gabriel entrou em campo para decidir e garantir o terceiro triunfo consecutivo do Flamengo à época.

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Gols: Everton Ribeiro e Gabigol (nos minutos finais)

Na ocasião, Gabigol entrou no lugar de Pedro.

Já sob o comando de Rogério Ceni, Gabigol entrou no lugar de Éverton Ribeiro

Já em 2019, todos os três jogos que iniciou como reserva foram sob o comando de Abel Braga, pelo Campeonato Carioca. Na contramão da péssima estatística de 2020, o Flamengo não foi derrotado em nenhuma das ocasiões – foram dois triunfos e um empate. O clássico contra o Botafogo marcou sua primeira partida como reserva utilizado à época.

Na estreia, Bruno Henrique marcou os dois gols da virada rubro-negra.

Gols: Arão, Diego Ribas, Arrascaeta e Bruno Henrique.

Gol: Gabriel Barbosa

Logo após ser utilizado como reserva na derrota para o Ceará e se recusar a utilizar o uniforme de jogo, Gabigol foi questionado sobre o incômodo de não estar entre os 11 principais: “Ninguém quer. Ou você acha que o Pedro quando estava (no banco) ficava feliz? Ou que o Michael quando não entra fica feliz. Na Europa é normal isso acontecer, de o jogador não usar a camisa no banco”.

Publicado em colunadofla.com.