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Galinho em letra e melodia: nove músicas em homenagem a Zico

O eterno camisa 10 da Gávea serviu de inspiração para compositores rubro-negros e até um cruzmaltino

Zico foi inspiração para muitos compositores

Zico foi inspiração para muitos compositores

Dentro das quatro linhas, jogava por música e com maestria. Não à toa, serviu de inspiração para compositores rubro-negros - e até um cruzmaltino. Zico foi homenageado nos versos de muitas canções e na semana que o craque comemora mais um ano de vida, o Site Oficial do Flamengo reuniu para você nove músicas que falam do Galinho de Quintino.

"É falta na entrada da área/ Adivinha quem vai bater...". "Camisa 10 da Gávea" é uma das letras mais conhecidas que falam de Zico, composta pelo ilustre rubro-negro Jorge Ben Jor. Nos versos, o artista exalta a habilidade, os reflexos e a especialidade do craque na bola parada, além da garra e do amor que nunca faltaram todas as vezes que o ex-jogador defendeu o Manto Sagrado. A qualidade técnica do Galinho também foi citada em "Flamengão", do cantor Bebeto. O compositor exalta a grandeza do clube da Gávea e o fantástico meio-campista rubro-negro. "Na frente rei Zico, com toque desconcertante / Lançou o Cláudio Adão que colocou no barbante".

Com tanto talento, o eterno camisa 10 deixou a Nação Rubro-Negra com "Saudades do Galinho". Como ficariam os milhões de apaixonados nas tarde de domingo, sem Zico no Maracanã? O baiano Moraes Moreira eternizou em sua canção a importância do ídolo na vida dos torcedores: "Agora como é que eu me vingo/ De toda derrota da vida/ Se a cada gol do Flamengo/ Eu me sentia um vencedor".

E o Galinho não mexia só com corações flamenguistas. É o que vemos em "Gol anulado", do vascaíno Aldir Blanc, em parceria com o rubro-negro João Bosco. A música conta a história de um torcedor do Vasco que acreditava dividir teto com uma cruzmaltina, mas descobre a verdadeira paixão de "sua preta" quando ela grita "Mengo" no "segundo gol do Zico".

Além de brilhar nos gramados, o maior ídolo rubro-negro também brilhou em notas de samba, na Marquês de Sapucaí. Zico é citado no samba da Estácio de Sá, até hoje cantado nas arquibancadas pela torcida, "Uma vez Flamengo...". A escola, que comemorava o centenário do clube, questionou os foliões "Será que você lembra como eu lembro o Mundial/ Que o Zico foi buscar". O Galinho voltou à Avenida em 2014, como tema do samba-enredo da Imperatriz Leopoldinense. Desde o aquecimento, ao som do hino mais lindo do mundo, os rubro-negros curtiram um desfile para lá de rubro-negro, com direito à presença do grande homenageado, que tinha a letra na ponta da língua: "Dá-lhe, Dá-lhe, Dá-lhe Ô/ O show começou!/ Dá-lhe, Dá-lhe, Dá-lhe Ô/ Um canto de amor!/ Imperatriz me faz reviver... Zico faz mais um pra gente ver".

O "Samba Rubro-Negro", da década de 1950, que na letra original de Wilson Batista saudava Rubens, Dequinha e Pavão, ganhou na versão de João Nogueira os novos talentos da nossa seleção de ouro, "Zico, Adílio e Adão", em 1979.

No rap "1967", o flamenguista nascido em São Cristóvão e morador de Madureira Marcelo D2 conta um resumo de sua história de vida. Claro que não poderia faltar a referência ao seu clube de coração, paixão que ganhou de berço  do seu avô Peixoto. O artista lembra que estava "Sempre no Maraca vendo o Mengão jogar/ Zico, Adílio, Júnior, fazendo a bola rolar".

Para finalizar a lista, uma canção de Alexandre Pires, que não só registrou o Galinho em seus versos como também batizou seu filho de Arthur em homenagem ao craque. O mineiro de Uberlândia canta ""Zico é nosso rei", em que conta para seu rebento a história "de um grande ídolo por quem se apaixonou". O sambista ainda revela que sonhava em ser Adílio, "passeando e tabelando" com o camisa 10. E quem não sonhou?

Fonte: http://www.flamengo.com.br/site/noticia/detalhe/23012/galinho-em-letra-e-melodia-nove-musicas-em-homenagem-a-zico

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