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Narrador aponta provocação em declaração de Abel Ferreira sobre ‘Era Jorge Jesus’ no Flamengo

O Flamengo venceu mais um duelo contra o Palmeiras e ampliou a série invicta – chegando aos nove jogos de 2017 para cá. O triunfo por 3 a 1, repleto de desfalques rubro-negros, no Allianz Parque, gerou questionamentos, provocações e constatações sobre a freguesia alviverde. Insatisfeito com o resultado, o técnico da equipe paulista, Abel Ferreira, deu uma declaração polêmica envolvendo Renato Gaúcho e Jorge Jesus em 2019. Para o narrador Luis Roberto, o tom usado pelo português foi provocativo.

É freguesia que chama (Flamengo x Palmeiras)! Mas eu pensei sobre o discurso do Abel, que foi muito diferente dos outros jogos, foi quase um aceite. Um aceite que passou pelo Jorge Jesus. Quando o Abel Ferreira resgata as declarações na época do Renato sobre Jorge Jesus, tipo me dê esse elenco com montanha de dinheiro, eu senti uma pontinha de provocação do Abel em relação ao Jorge Jesus. Já que hoje o Jorge não consegue fazer o Benfica jogar como o Flamengo de 2019 jogava. Não sei, mas senti uma provocação -, disse durante o podcast ‘A Mesa’.

A declaração de Abel Ferreira aconteceu na coletiva pós-jogo, quando questionado sobre o péssimo desempenho diante do elenco alternativo do Flamengo, mesmo após duas semanas livres para treinamento. Conforme citado anteriormente, o Rubro-Negro foi a São Paulo com nove desfalques – e ainda perdeu De Arrascaeta no meio do primeiro tempo.

Na ocasião, Abel Ferreira respondeu: “Lembro de estar em Portugal, nem sonhava em ser técnico do Palmeiras, e do que Renato disse sobre o Jorge Jesus, que treinava o Flamengo. Não vou dizer o que ele disse, mas não há reservas, há elenco. Nós temos um elenco, construímos nosso elenco, reforçamos só de acordo com o que podíamos reforçar, dentro das nossas possibilidades, e o adversário também”.

E finalizou: “Foi elenco contra elenco. Uma equipe não se resume com 11, se resume com 24. Já disse qual minha opinião… acho que temos que ter dois jogadores do mesmo nível, olha o Michael e o Bruno Henrique. Lá tem Pedro e Gabigol. Posso estar enganado, mas o Pedro só teve uma finalização. O futebol é isso. É eficácia e ganha quem comete menos erros”.

Publicado em colunadofla.com.