O duelo brasileiro na Arena da Baixada, cercado de expectativa nos últimos dias, correspondeu. Atlético e Flamengo fizeram um grande jogo, embora somente um deles tenha saído satisfeito com o resultado. Para dar o troco na derrota da rodada passada, o Furacão foi cirúrgico. Apesar de não ter criado a maioria das chances, soube aproveitar as oportunidades com mais eficiência que o rival carioca, que perdeu muitas chances - especialmente na segunda etapa. 

No Uruguai, o Palmeiras sofreu de bipolaridade. Eduardo Baptista optou por começar com três zagueiros e o Verdão simplesmente não viu a cor da bola no primeiro tempo. O Peñarol abriu dois gols de vantagem na etapa inicial - e poderia ter sido mais.

No segundo tempo, voltando à formação tradicional, o alviverde cresceu muito de produção, impôs sua superioridade técnica e conseguiu uma improvável virada (contando, é verdade, com uma certa sonolência dos uruguaios durante os primeiros minutos). A partida ainda ficou marcada por uma confusão generalizada no final do jogo, que ainda se espalhou para as arquibancadas, onde torcedores dos dois clubes entraram em confronto.

Mais cedo, às 19h30, o Atlético-MG também havia vencido seu compromisso. O duelo com o Libertad foi duro, mas o Galo teve paciência para vencer o sistema defensivo paraguaio. Já no segundo tempo, Robinho e Cazares marcaram e deram a liderança do grupo para os mineiros.