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Pacotão do Fla: AlecLouco, PV bem, chances raras e a faixa que sumiu

Atacante perde a bola depois de série de embaixadas na defesa e inicia série <br>de erros que levaram a mais uma tarde desastrosa da equipe de Ney Franco

 

O jovem Samir, escalado na lateral esquerda, resumiu de maneira simples a atuação do Flamengo na primeira etapa contra o Cruzeiro: era um time irreconhecível. Correndo atrás do time mineiro o tempo todo e praticamente não o encontrando, o Flamengo de Ney Franco ainda cooperou indiretamente com a goleada cruzeirense. No segundo e no terceiro gols celestes, os rubro-negros erraram feio e no contra-ataque a troca de passes foi o suficiente para aumentar a vantagem dos líderes do Brasileiro. Na outra ponta da tabela, o Flamengo segue na zona de rebaixamento após o último jogo antes da paralisação para a Copa do Mundo. 

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embaixadas trágicas

 

Na última partida, contra o Figueirense, Alecsandro recuou para armar o time e ajudou um pouco o Flamengo. Mas em Uberlândia sua interferência mais recuado - bem mais nesse caso - foi um desastre. Primeiro, ao receber passe de Léo Moura, o atacante não conseguiu impedir a antecipação de Egídio. Depois de ajudar a retomar a bola, Alecgol fez cinco embaixadinhas, mas foi apertado, errou o passe e na sequência do lance saiu o segundo gol do Cruzeiro. 

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podia ser pior

 

Se falhou na última partida do Flamengo, Paulo Victor foi bem na partida contra o Cruzeiro. Por três vezes, pelo menos, suas defesas impediram uma goleada ainda maior dos cruzeirenses. No chute colocado de Everton Ribeiro, na cabeçada à queima-roupa de Ricardo Goulart e no chute de Luan quase no fim do jogo o camisa 48 do Rubro-negro salvou o que seriam mais três gols cruzeirenses.

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raras chances

 

Mesmo perdido, o time do Flamengo conseguiu ter poucas, mas boas oportunidades. Nenhuma delas em jogadas trabalhadas, mas houve perigo numa arrancada de Paulinho pela direita, que entrou na área e chutou fraco para defesa do goleiro Fabio. Depois, ainda no primeiro tempo, Samir entrou na área e chutou por cima do gol e, no meio da etapa final, do outro lado do campo, o veterano lateral Léo Moura também perdeu uma chance, finalizando mal.

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ah, negueba...

 

Escalado no meio de campo, o atacante Negueba correu como sempre, tentou de tudo, mas acertou pouco. O camisa 11 tentou articular as jogadas, mas não foi nada feliz e errou lances simples. Um deles, quando tentou inverter a jogada no ataque e deu a bola para ninguém e em outro lance quando errou um domínio à toa, fácil fácil, no meio de campo.

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a faixa que sumiu

 

Não fez diferença alguma para o resultado final da partida, mas por algum motivo ainda inexplicado a faixa de capitão de Léo Moura simplesmente desapareceu do braço do jogador. No primeiro tempo ainda era possível ver o acessório nos braços do veterano, mas depois... sumiu! Não que isso explique a atuação ruim do Flamengo, mas que é curioso, isso é.

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