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Pacotão do Fla: apito inimigo, Everton deixa o seu e caminho pelas pontas

Time fica na bronca no empate no Morumbi pelos pênaltis marcados a favor do São Paulo, mas é perigoso nas jogadas pelos flancos

  1. APITO INIMIGO
  2. MOTORZINHO FATAL
  3. MAPA DA MINA 
  4. ROUPA ESTRANHA
  5. cautela e bote certo
 

O empate com o São Paulo, nessa quarta-feira, no Morumbi, foi um carrossel de emoções para o Flamengo. De um time acuado e com poucas alternativas, logo passou a ser letal ao encontrar as deficiências do adversário. Ao mesmo tempo, lutou contra a arbitragem, que prejudicou o Rubro-Negro com um pênalti mal marcado e outras decisões contestadas. A vantagem de 2 a 1 a cinco minutos do fim dava a esperança de que um dos grandes momentos no Brasileirão estava por vir, mas o balde de água fria com o gol de Luís Fabiano mudou novamente.

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APITO INIMIGO 

 

Não houve um jogador, integrante da comissão técnica ou da diretoria rubro-negra satisfeito com a condução da arbitragem no Morumbi. O primeiro pênalti foi contestado, e o segundo, então, gerou revolta pelo toque no braço de Samir ter acontecido fora da área. O cartão amarelo para Alecsandro, segundo o atacante explicou, foi sem motivo e o tirou da próxima partida. Além disso, houve um impedimento de Canteros, que estava em posição legal e em boas condições. Comandado pelo goiano André Luiz de Freitas, o trio esteve em noite para esquecer.

- Tem que fazer milagre, pegar pênalti. O segundo pênalti foi a um metro da área, e o Samir em momento algum botou a mão na bola. Saímos chateados pela situação. A importância de sair com a vitória era grande. Fizemos um jogo de igual para igual, em alguns momentos sofremos, mas houve pelo menos um pênalti mal marcado, pelo que eu vi. Fica difícil - desabafou Alecsandro.

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MOTORZINHO FATAL

 
 

Já vem de tempos a boa fase de Everton. Jogador mais regular do time, o meia dá combate, carrega a bola com inteligência e aparece em vários pontos do ataque. Desta vez, ele foi além e marcou um gol típico de artilheiro, algo que não costuma acontecer - é somente o segundo em toda a competição em suas 17 participações. Com três finalizações, foi quem arriscou pelo Flamengo e também foi importante nas bolas paradas.

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MAPA DA MINA

 

Demorou uns 30 minutos, mas a equipe de Luxemburgo encontrou a melhor forma de incomodar o São Paulo. Foram mais de dez jogadas bem sucedidas pelas pontas - a maioria pela esquerda, nas costas do garoto Auro, por onde João Paulo, Gabriel e Everton tiveram espaço. Dali saiu um dos gols e por pouco não foram mais. Na etapa final, Léo Moura - mais tímido -, Márcio Araújo e Canteros aproveitaram as falhas de Michel Bastos, que acabou expulso. 

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ROupa estranha

 

É a segunda vez neste mês que o Flamengo utiliza o terceiro uniforme, lançado recentemente, numa partida oficial. Mas a sensação ainda é diferente ao olhar para o vermelho com tons diferentes, a falta do preto e, principalmente, calções e meiões também rubros, em combinação bastante incomum na história do futebol clube. A impressão é que se trata de outra equipe. Bonita ou não, até agora a "flamengueira" não deu sorte: um empate e uma derrota.

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cautela e bote certo

 

Antes de descobrir como se manter no campo de ataque, o Flamengo adotou a postura mais cautelosa possível. Muitas vezes era claro o recuo dos 11 jogadores atrás da linha central. Rogério Ceni chegou a sair como um líbero até sua intermediária sem ser perturbado. A marcação foi eficiente e conteve o temido quarteto formado por Ganso, Kaká, Pato e Kardec, que já fez estragos por aí. No segundo tempo, a situação se repetiu por alguns minutos, à espera do bote. Quando o adversário baixou o guarda, lá foi o precavido time carioca tentar matar o jogo.

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