De lá para cá, a Polícia Militar do Rio de Janeiro ligou o sinal vermelho e aumentou seu efetivo, sobretudo nos jogos envolvendo as duas equipes. A título de exemplo, no duelo que culminou no assassinato do torcedor alvinegro, havia um total de 244 oficiais para uma expectativa de público de 30 mil pessoas. Já para o jogo deste domingo, pelo Campeonato Brasileiro e com expectativa de 16 mil pessoas, o efetivo será de 331 oficiais, conforme informação dada pelo site ​UOL Esporte. Atenção redobrada.

O discurso entre os dirigentes dos dois clubes, porém, é de trégua. Pelo menos parcialmente:

"Da minha parte, da diretoria do Flamengo, ninguém pressiona para ter algum tipo de atitude hostil. Claro que você pode ter um diretor que exagera num comentário no Twitter, mas nada que venha a sacrificar o objetivo final. A postura do Flamengo é de ter uma relação harmônica com seus coirmãos", disse o presidente Eduardo Bandeira de Mello.

"Aquela tarde de 12 de fevereiro foi complicada, foi um momento traumático e tivemos uma reação a um momento difícil. Volto a dizer que a prioridade é o entendimento comercial (com o Fla)", complementou o mandatário botafoguense, Carlos Eduardo Pereira.

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