"A liberação da bebida tem sido um combustível para o descontrole. A perspectiva para domingo é de uma partida mais tranquila, mas isso não muda a visão que temos do jogo. A tentativa de entendimento dos presidentes nos facilita muito", afirmou categoricamente o major Silvio Luiz, comandante do Grupamento Especial de Policiamento em Estádios (GEPE).

Mas e a marginalização de determinados setores da sociedade, mesclando membros de torcidas organizadas e a criminalidade, que tanto vemos por aí mesmo nos períodos em que não foi possível beber álcool nas partidas e também fora delas? O major tem sua visão:

"Não verificamos aqui no Rio uma ligação do futebol com facções criminosas. O que há é um descontrole maior de comportamento. Estamos tentando verificar os focos", acrescentou.