"Vejo a Universidad Católica como um time a ser batido. A escola chilena vem evoluindo bastante, não é à toa que é bicampeã da Copa América. Estive conversando com alguns colegas de lá nesta Sul-Americana, eles falaram que realmente um dos grandes feitos do Sampaoli foi ter deixado esse legado muito grande para os jovens treinadores chilenos. Vimos isso com o Nicolas Córdova, (técnico de 37 anos do Palestino), que enfrentamos. Sabíamos que pelo pote 3 do sorteio íamos pegar duas grandes equipes. Vamos trabalhar e torcer para fazer estreia boa contra o San Lorenzo e fazer jogo consistente contra a Católica na segunda rodada", avaliou.

Por falar na estreia, o jogo com os argentinos, marcado para o dia 8 de março, a priori deve acontecer na Arena da Ilha do Governador. O técnico também se mostrou preparado para enfrentar o clube do coração do Papa Francisco, comandado pelo uruguaio Diego Aguirre, com passagens por Internacional e Atlético-MG:

​"Aguirre consegue resgatar um pouco da credibilidade do time quando vai para o San Lorenzo. Eles já têm identidade de jogo, variam de duas linhas de quatro, fazem um 4-2-3-1, têm atletas experientes, como o Cauteruccio, o Coloccini, tem atacante chamado Blandi, rápido e jovem, tem também o Ortigoza, um cara que organiza meios de campo. Foram vice-campeões argentinos e vai ser um jogo difícil, que já entramos na competição com a responsabilidade de pontuar, de vencer bem", projetou.