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Sem imediatismo, Luxemburgo trata Chapecoense como confronto direto

Técnico do Flamengo diz que preocupação não é estar fora da zona de rebaixamento agora, mas sim no fim do Campeonato Brasileiro: "Precisamos de 48% dos pontos"

luxemburgo flamengo treino (Foto: Thales Soares)Luxemburgo não se afoba para sair da degola, mas não quer relaxamento (Foto: Thales Soares)

O Flamengo tem 10 pontos no Campeonato Brasileiro e ocupa a 18ª colocação, na zona de rebaixamento. O confronto de domingo é contra a Chapecoense, que soma 11, em Chapecó. Com uma vitória, o time pode até mesmo deixar o grupo dos quatro últimos já nessa rodada, dependendo ainda de um tropeço entre Criciúma, Vitória ou Coritiba.

Mesmo nessa situação, o técnico Vanderlei Luxemburgo não se empolga com a possibilidade. No momento, sua preocupação é pontuar, independentemente da posição ocupada. Para ele, importante é o time terminar a competição fora da zona de rebaixamento. Ainda há 26 jogos a serem disputados.

- Não estou preocupado em sair da zona de rebaixamento contra a Chapecoense, mas sim no fim da competição. Precisamos de 48% dos pontos que vamos disputar, um pouco menos talvez. Vamos seguir a temporada por etapas - comentou o treinador.

A expectativa é de um confronto difícil. Em casa, no Brasileiro, a Chapecoense venceu dois jogos, perdeu dois e empatou um. No entanto, venceu os dois últimos como mandante. Além disso, soma 11 pontos, mas com um jogo a menos, que será disputado na quarta-feira, contra o Atlético-MG.

- É um jogo complicado, confronto direto. Precisamos de uma vitória para avançarmos um pouco mais. Estive lá uma vez com o Atlético-MG e outra com o Flamengo em "mil novecentos e antigamente" em uma excursão. O gramado é bom, aumentaram o estádio, que era apertado - disse Luxemburgo.

A expectativa é de que o bom ambiente criado antes do jogo com o Botafogo continue para o confronto com a Chapecoense. Luxemburgo não se ilude com o resultado de sua estreia e sabe que é preciso evoluir.

- O ambiente deu uma mudada. Agora, dá para ir na padaria, na quitanda, no shopping. Olham diferente. Mas a melhora não quer dizer que chegou. Se parasse agora, o Flamengo cairia. Precisamos continuar preocupados e com seriedade para sairmos dessa confusão. Mudou porque ganhamos, mas na tabela não mudou muito - afirmou o treinador.

 


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