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Será que dá?

Quem viver verá!

Hoje será o início de nossa escalada no difícil Campeonato Brasileiro. Até o momento os chamados "tiros certos", ou reforços pontuais não chegaram, salvo os já agregados ao elenco Almir e Armero. O sonhado e já mítico meia e o atacante matador, estão ainda no imaginário do torcedor. 

Nomes não faltam para especulações, Robinho é o carro chefe, idas e vindas na possível contratação do Rei da Pedaladas, pelo que se diz: um milhão por mês durante cinco anos, certamente inviabilizarão a empreitada, uma loucura total, isso a diretoria não se designará a fazer. Assim esperamos....
Felipe Mello, Petros, Lorenzetti, Thiago Neves, Ganso, Pato, Mancuello e até a volta do interesse no argentino Montillo. O sigilo tem sido uma estratégia adotada pelos nossos dirigentes, talvez possa aparecer reforços que ninguém ainda especulou. O tempo dirá....
Mas temos que voltar a nossa realidade , observarmos as nossas possibilidade no campeonato com o que temos no momento. Nosso elenco é de regular para bom dentro do futebol "meia boca", que é jogado hoje no Brasil. Tivemos uma queda de rendimento devido as constantes contusões, também a tradicional garra rubro-negra nos faltou principalmente nas semi-finais do Campeonato Estadual.  Ainda precisamos jogar como um time operário, sem grandes estrelas, na base do bom conjunto. Na fuga da zona da CONFUSÃO em 2014, jogamos assim, com o chamado SACO DE CIMENTO nas costas, ralando muito para resgatar o prestígio perdido. Cremos que para este ano a estratégia não seja diferente, com a vantagem de jogarmos assim desde o início deste brasileirão, sem os percalços do ano que se passou, em que tivemos que trocar de treinador, e com o equívoco da contratação de Ney Franco.
O São Paulo no Morumbi será o nosso primeiro obstáculo, segundo dizem, o time dos "bambis" da pauliceia jogará com alguns reservas, pois terá que encarar o Cruzeiro em Belô na próxima quarta-feira pela Libertadores. De qualquer forma não encontraremos facilidades,os sampaulinos sempre serão  um adversário complicado , em qualquer circunstância.
Num campeonato por pontos corridos, todos os jogos são absolutamente decisivos, uma boa arrancada logo de início, poderá ser a senha para uma grande campanha, vamos acreditar que sim.....quem sabe poderemos no mínimo chegar a mais uma Libertadores, muitas vezes o Flamengo desafiou o imponderável do futebol....Quem viver verá!!!!!

 

Histórias Rubro-Negras

Desde os tempos aureos das regatas o Flamengo demonstrava a sua imensa popularidade. O futebol naquele início de Século XX ainda era um esporte aristocrata e elitista. Quando de um desentendimento nas hostes tricolores nasceu o futebol do Flamengo. Nesta ocasião o jogo da bola estava em franca ascensão em sua popularidade. O Flamengo já popularíssimo no remo, não foi diferente no futebol. O Vasco, clube da colônia portuguesa também aparecia com grande popularidade. Naqueles tempos não se tinha as facilidades dos Institutos de Pesquisas. Polêmicas sobre quem era mais popular, o Rubro-Negro ou o Cruz Maltino. É bom lembrar que naquela ocasião a colônia portuguesa no Rio de Janeiro era imensa, "fugidos" da ditadura salazarista, os návios atracavam no porto da Praça Mauá carregados de imigrantes lusitanos.
Para se acabar com as dúvidas, é feito um concurso patrocinado pelo Jornal do Brasil e pela engarrafadora da água mineral Salutaris. Os jornaleiros lusitanos escondem os exemplares do Jornal do Brasil com os cupões do concurso, idem para os consumidores da água mineral Salutaris, vendida majoritariamente nos bares, lanchonetes e restaurantes dominados pelos proprietários e empregados portugueses. Percebendo a manobra os rubro-negros reagem. Quando os sacos repletos de cupões chegaram à sede do Jornal do Brasil na Avenida Rio Branco, flamenguistas disfarçados de vascaínos recolhem e despejam os cupões em privadas e no poço do elevador. O resultado todos sabem, o Flamengo é eleito o clube mais popular do Rio de Janeiro. Dias depois os votos são descobertos no poço do elevador, mas de nada adiantam o choro e o escândalo armado pelos vascaínos. O torcedor do Flamengo soube usar de picardia e inteligência para superar o poderio econômico da colônia portuguesa, radicada principalmente no Centro Comercial da Rua do Acre, dominado principalmente por comerciantes do além mar.

 


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