Victor Hugo foi envolvido em uma operação entre Atlético-MG, Flamengo e Santos: o clube mineiro adquiriu 50% dos direitos econômicos do volante por US$ 2,5 milhões (aprox. R$ 13,4 milhões), enquanto o Flamengo reteve a outra metade e garantiu participação em uma futura venda. A movimentação combina interesses esportivos e financeiros para todas as partes.
Como foi a negociação
O Atlético-MG desembolsou US$ 2,5 milhões para ficar com metade dos direitos econômicos de Victor Hugo, formalizando uma divisão patrimonial que deixa o Flamengo com 50% do passe. Na mesma operação, o Santos recebeu Gabriel Menino por empréstimo e assegurou 10% a título de taxa de vitrine, cláusula que remunera o clube intermediário em eventuais transferências futuras.
O acordo prevê a participação financeira do Flamengo em negociações subsequentes envolvendo Victor Hugo, preservando o interesse econômico do clube mesmo fora do controle total do atleta. A estrutura da transação é típica do mercado brasileiro quando há compartilhamento de direitos entre clubes.
O que isso significa para o Flamengo
Para o Flamengo, manter 50% dos direitos de Victor Hugo representa uma estratégia de proteção de ativos: o clube fica posicionado para lucrar com valorização do jogador sem arcar sozinho com riscos da negociação. A operação também abre espaço para decisões futuras sobre o momento ideal de venda.
Do ponto de vista esportivo, Victor Hugo reencontrará o técnico Jorge Sampaoli no Atlético-MG, cenário que pode acelerar sua visibilidade e, consequentemente, sua valorização no mercado.
Dados confirmados até sexta-feira, 09/01/2026.