Nesta quarta-feira (04), o Flamengo visita o conhecido Junior Barranquilla, da Colômbia, no Estádio Metropolitano Roberto Meléndez, pela estreia no Grupo A da Copa Libertadores 2020. O rubro-negro carioca chega ao confronto em um ótimo momento após conquistar três troféus na temporada e estar em bom nível de intensidade, ritmo, entrosamento, condição física, técnica e tática. Porém, os brasileiros não podem desconsiderar o adversário e devem ficar de olhos abertos nos principais pontos dos colombianos.
Em casa, mando eu!

O Junior Barranquilla sabe aproveitar o mando de campo e a sua torcida. Os Tiburones têm o ‘fator casa’ como ponto forte e têm números expressivos no Estádio Metropolitano Roberto Meléndez. Em suas últimas 37 partidas como mandante, os colombianos perderam apenas seis e têm ótimo aproveitamento.
Dupla de ataque de ‘peso’

O Junior não tem um elenco recheado de ‘estrelas’ como o Flamengo, mas têm um ataque forte e reconhecido na América do Sul, com destaque para o ex-Palmeiras, Miguel Borja, e para o ídolo da torcida Teófilo Gutierrez. Os dois ainda não estão em total sintonia, mas têm evoluído e tido participação em jogadas de gol e de perigo.
Solidez e entrosamento

Os Tiburones ainda não decolaram na temporada, mas não chegaram à toa na Copa Libertadores. O time foi campeão do Torneio Apertura 2019 e a solidez da equipe como ‘conjunto’ chama a atenção e ganha destaque no futebol colombiano. A participação constante em finais nacionais e internacionais também é um ponto a ser considerado – o time tem entrosamento e muito experiência.
Irregularidade, com ‘asterisco’

O Junior Barranquilla não tem conseguido manter uma sequência positiva e oscila demais, porém, o desempenho da equipe não incomoda dentro e fora do clube e o nível de atuação é considerado bom. A solidez citada acima agrada e a perspectiva é de evolução.
Ausências

Para além dos Tiburones, o Flamengo também tem que se preocupar com seus problemas. A ausência confirmada do volante Willian Arão, suspenso, e do lateral-direito Rafinha, do zagueiro Rodrigo Caio e do atacante Bruno Henrique, lesionados, é um ponto negativo para a estreia na Libertadores e os reforços vão precisar se “testar” logo no principal torneio da América do Sul.

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