Os atacantes livres viraram uma opção prática para o planejamento do Flamengo na virada de 2026. Com Luiz Eduardo Baptista (BAP) sinalizando um orçamento mais robusto e a diretoria checando alternativas de alto impacto, contratações sem custo de transferência atraem por ampliar o elenco sem comprometer o caixa.
Quem são as opções do mercado
Luciano Vietto surge como nome conhecido: o argentino com passagens por clubes europeus e experiência em partidas de alto nível, incluindo o confronto contra o Flamengo no Mundial de 2022. Tem movimentação e faro de área que podem servir como alternativa a Pedro nos momentos decisivos.
Vombergar, do San Lorenzo, agrega presença física e jogo aéreo — um perfil útil para times que exploram bolas paradas e cruzamentos na área. Yony González, que já teve passagem de impacto pelo futebol brasileiro, aparece como opção mais vertical para a ponta direita e pode suprir a necessidade de velocidade pelas alas.
Yimmi Chará traz experiência e dinamismo pelos flancos, oferecendo capacidade de criação e trabalho ofensivo pelas laterais, embora a idade seja um ponto a considerar na política de rejuvenescimento do clube. Raul Jiménez, apesar de não ficar livre imediatamente, pode assinar pré-contrato em janeiro e chegar sem custo no meio do ano, oferecendo uma alternativa de centroavante experiente para compor o grupo.
O impacto para o Flamengo
Para Filipe Luís e José Boto, atacantes livres representam uma solução de baixo risco para reforçar o elenco enquanto negociações por nomes como Taty Castellanos e Kaio Jorge seguem em análise. A chegada de peças gratuitas pode aumentar a profundidade do elenco sem estourar o planejamento financeiro de BAP.
O principal desafio será equilibrar experiência e renovação: contratações pontuais podem resolver carências imediatas, mas a avaliação técnica, adaptação ao modelo de jogo e custo salarial serão decisivos para definir quais nomes realmente agregam ao projeto do Flamengo para 2026.