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As carências já são conhecidas. A direção quer, no mínimo, um zagueiro veloz, um atacante e um lateral-esquerdo. Para o setor de frente, com a nova suspensão de Guerrero (que não deve renovar contrato) e a saída de Everton, há até uma carência numérica – Felipe Vizeu também deixará o clube rumo à Udinese, da Itália. Além disso, depois que Vinicius Junior se firmou como titular, não existe mais certeza de quanto tempo ele permanecerá na Gávea – crescem os rumores de que o Real Madrid pode tentar convencê-lo a se transferir já na metade do ano.
Portanto, rumo ao mercado. “Todas as equipes irão se reforçar e eu sei que a direção está trabalhando neste sentido. É natural, até pelo calendário que deverá ser ainda mais apertado depois da Copa do Mundo. Precisamos de alternativas para mudar o jogo. A pressão é muito grande”, destacou o técnico Maurício Barbieri após a vitória por 1 a 0, fora de casa, sobre o Atlético-MG. A volta do colombiano Berrío, que sofreu grave lesão no joelho em outubro do ano passado, é aguardada com muita expectativa. Só que isso não fará os dirigentes descansarem. No início de 2018, o volante Walace, do Hamburgo, e o atacante Vagner Love, que está no futebol turco, foram tentados. E é este o nível de contratações que o clube pretende fazer. Do contrário, seria impedir o crescimento de promessas da base.