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#COVID19: complexo do Maracanã vira ‘hospital de campanha’, mas gramado é poupado a pedido dos administradores Fla-Flu

Mesmo pertencendo ao Governo do Estado do Rio de Janeiro, o Maracanã é administrado pelo Flamengo e Fluminense. Devido ao surto do novo coronavírus que assolou não só o Brasil, como o mundo, os dois clubes colocaram todo o complexo envolvendo o estádio à disposição do governador Wilson Witzel. Com o objetivo de transformá-lo em um hospital temporário para ajudar pacientes infectados pelo COVID-19, o governador havia dito que usaria, sim, o espaço cedido.

Na tarde da última segunda-feira (30), o martelo foi batido e, diferente de São Paulo, onde o gramado do Pacaembu se transformou em leitos para os pacientes, no Maraca, o campo será preservado. As partes envolvidas na negociação chegaram a um acordo e o Governo deve utilizar, além do Célio de Barros (que não funciona mais como estádio de atletismo), o ginásio do Maracanãzinho.

Outras instalações esportivas se preparam para se transformarem em hospitais de campanha no combate ao coronavírus. Em São Paulo, o campo do Pacaembu foi o escolhido. Por lá, as construções estão adiantadas e tudo deve ser entregue na primeira semana do mês de abril. Em Fortaleza, a construção está sendo feita no estádio Presidente Vargas. Em Roraima, o Exército está ajudando a erguer um hospital de campanha no estádio Canarinho.

Em Brasília, a concessionária que administra o estádio Mané Garrincha também se colocou à disposição do governo do Distrito Federal para que o local seja usado em ações de combate à doença, mas até agora nada foi confirmado. De acordo com o último balanço divulgado pelo Ministério da Saúde, o Brasil tem 159 mortes e 4.579 casos confirmados de COVID-19.

Publicado em colunadofla.com.