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#COVID19: Estádios brasileiros viram hospitais temporários em meio à pandemia do coronavírus

O surto do novo coronavírus atingiu o Brasil e o mundo. Com isso, diversas atividades esportivas foram suspensas ou adiadas. Em solo brasileiro, alguns estádios se preparam para virar “hospitais temporários”. Em São Paulo, o Pacaembu; em Fortaleza, o Presidente Vargas e, no Rio de Janeiro, o Maracanã. Esses são exemplos de templos do futebol que vão auxiliar na luta contra o COVID-19.

O chamado ‘hospital de campanha’ do Pacaembu, que vai funcionar no campo do estádio, deve ser entregue na primeira semana do mês de abril. Serão cerca de 200 leitos para atender os pacientes com COVID-19. O Hospital Albert Einstein será o responsável pela gestão e operação e mais de 1500 profissionais formarão as equipes que atenderão no local. O total da verba destinada para a construção das acomodações soma cerca de R$ 35 milhões.

Em Fortaleza, a prefeitura eu início, na última segunda-feira (23), à construção de seu hospital temporário. A capacidade será de 204 leitos e contará com áreas para internamento que podem ser usadas como Unidade de Tratamento Intensivo (UTI). As equipes trabalham para finalizar os serviços até o dia 20 de abril.

Já no Rio de Janeiro, o governador Wilson Witzel disse que utilizará o Maracanã, disponibilizado pelo Flamengo e pelo Fluminense para também virar um polo de combate ao coronavírus. O governo do estado ainda não definiu se a estrutura será montada no gramado do estádio ou em alguma outra instalação do complexo esportivo, que inclui um estádio de atletismo atualmente desativado, um parque aquático e o ginásio do Maracanãzinho.

Em Brasília, a concessionária que administra o estádio Mané Garrincha se colocou à disposição do governo do Distrito Federal para que o local também seja usado em ações de combate à doença. Devido ao cenário atual, é essencial seguir as recomendações das autoridades da área da saúde. Ficar em casa é a melhor forma de evitar que o COVID-19 se espalhe ainda mais. Outra orientação importante é sobre a higienização. Lavar bem as mãos com água e sabão e usar álcool gel pode frear significativamente o aumento no número de pessoas infectadas.

Publicado em colunadofla.com.