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#COVID19: Sede das Olimpíadas, Japão começa a reorganizar detalhes do evento, adiado devido ao surto do coronavírus

Os Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Tóquio foram adiados de 2020 para 2021. O anúncio foi feito na última terça-feira (24), e a decisão foi tomada devido ao surto do novo coronavírus pelo mundo. Desde que o comunicado histórico do Comitê Olímpico Internacional (COI) os organizadores do evento no Japão, passaram a discutir os desafios e custos do adiamento. De acordo com o Globoesporte.com, a primeira reunião entre os líderes do projeto não teve nenhuma definição, porém, estabeleceu os principais objetivos. As datas das aberturas das Olimpíadas e Paralimpíadas, por exemplo, precisam ser o ponto de partida.

Segundo o CEO do Comitê Organizador de Tóquio 2020, Toshiro Muto, decidir quando serão as cerimônias é fundamental nessa reorganização.

Temos que decidir quando serão as cerimônias de abertura das Olimpíadas e Paraolimpíadas. Sem isso, há muitas coisas que simplesmente não podemos fazer. Haverá custos adicionais com isso. Estamos lidando com adiamento dos Jogos, algo que nunca aconteceu na história. É uma tarefa assustadora -, declarou.

Tanto o Comitê Organizador quanto o COI, quando decidiram por adiar as Olimpíadas, não estipularam um período para a realização dos Jogos em 2021. Entretanto, o desejo de ambos é que as Olimpíadas aconteçam até o verão no hemisfério norte de 2021 (entre 21 de junho a 22 de setembro). Para o líder dos organizadores, Yoshiro Mori, a maior dificuldade vai ser redefinir – em seis meses – o que eles levaram aproximadamente sete anos para ser decidir.

Em suma, o que estamos trabalhando há sete anos chegou a um ponto crítico quando estava prestes a começar. E agora temos que reconstruí-lo novamente. Vamos ter que remontar em seis meses o que fizemos em sete anos, por isso será difícil. Tomar decisões sem problemas será crucial -, disse.

Publicado em colunadofla.com.