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Diego relembra momentos difíceis antes de virada histórica contra o River Plate: “Queria chorar e chorei”

O Gabigol estava pedindo… e o Diego Ribas atendeu. Quem é que vai conseguir esquecer aquele cruzamento do meia aos 46 minutos do segundo tempo? Segundos antes de explodir o Monumental de euforia por uma conquista aguardada 38 anos. O camisa 10 viveu uma história de superação até se tornar peça fundamental naquela que é a maior conquista do clube desde a ‘Era Zico’. Treze dias depois e a memória ainda é recente, ainda mexe com torcedores e atletas. Na saída do Maracanã, na última quinta-feira (05), Ribas falou sobre o que passou na sua cabeça durante aqueles instantes finais.

Naquele momento é difícil. No dia-a-dia o treinador tem sido bem claro naquilo que ele quer, e isso não tem problema nenhum. Temos jogadores experientes no elenco. Naquele momento foi difícil, eu queria chorar e chorei, mas caí na real. Tinham mais cinco minutos de jogo e eu sabia que o River ia arriscar tudo. Tínhamos que estar concentrados -, lembrou.

Foram três minutos até a glória eterna, até a virada histórica – assim como a campanha. O dia 23 de novembro ainda emociona, mas, se depender de Diego Ribas, o Flamengo estará preparado para seguir fazendo história em 2019.

Nós temos esse sonho ainda, não podemos deixar jamais de viver a caminhada, porque ela tem sido brilhante e histórica. Nos preparamos para mais essa oportunidade de fazer história. Fazendo jogos como fizemos hoje, chegaremos lá (Mundial de Clubes) bem preparados -, avaliou.

Com a estreia marcada para o próximo dia 17, o Flamengo encerra seus compromissos no Brasil e desembarca no Qatar dia 14. O clube aguarda, ainda, a decisão entre Al Hilal e Espérance para conhecer seu adversário na fase semifinal da competição. Independente do time, o Rubro-Negro deseja reescrever a história de 1981 e recolocar os ingleses na roda nessa possível grande final do Mundial de Clubes.

Publicado em colunadofla.com.