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Dirigente do Flamengo, Marcos Braz revela conversas frequentes com Jorge Jesus

Atual campeão brasileiro pelo Flamengo, tudo indica que Rogério Ceni deve continuar à frente do Mais Querido para a temporada de 2021. Isso porque, além de declarações do presidente do clube, Rodolfo Landim, garantindo confiança ao trabalho de Ceni, outro dirigente a falar sobre o assunto foi o vice-presidente de futebol, Marcos Braz.

Em entrevista ao jornalista Mauro Cezar, Braz comentou sobre a relação com o ex-técnico do Flamengo, Jorge Jesus. Para o dirigente, é ‘nítida’ a possibilidade de um futuro retorno de Jesus ao Mais Querido, mas isso não significa que essa volta seja no presente momento. Além disso, o cartola valorizou o trabalho de Ceni à frente do Rubro-Negro.

Eu sempre vejo uma possibilidade de um dia o Jorge voltar, isso não quer dizer que essa possibilidade seja agora. A gente tem um técnico, a gente tem um bom técnico, eu acompanho metodologia de trabalho dele aqui, eu acompanho os treinamentos dele aqui, são bons treinamentos, e o resultado veio -, disse Braz, antes de prosseguir:

Hoje nós temos um técnico campeão do Brasil e que tem um contrato em vigência. E o técnico que você está falando, que é um cara que eu tenho uma relação pessoal maravilhosa, mas ele fez uma opção de ir para outro clube, um clube que faz parte da vida dele. Não tem ressentimento nenhum, a gente adora o Jorge aqui, eu falo com ele toda hora, Mauro, falo no Natal, falo no Réveillon, aniversário, a gente fala toda hora, só que hoje o técnico é o Rogério Ceni -, concluiu.

Jorge Jesus ficou marcado na história do Flamengo pelo trabalho avassalador na temporada de 2019, que gerou as conquistas memoráveis do ‘ano mágico’. No entanto, em 2020, logo após renovar o contrato, resolveu pôr um fim na ‘era Mister’ e optou por deixar o Rubro-Negro para assumir o Benfica, de Portugal.

Com a saída de Jesus, o Flamengo precisou, às pressas, ir ao mercado para encontrar um novo treinador, e fechou a contratação de Domènec Torrent. O catalão, no entanto, não deu certo à frente do Mais Querido e, pouco mais de dois meses após a assinatura do vínculo, foi substituído por Rogério Ceni. O brasileiro assumiu o Mengo em meados de novembro e, mesmo em meio a muitas críticas da torcida, se firmou no cargo até o final do Campeonato Brasileiro, quando se consagrou campeão.

Publicado em colunadofla.com.