Em entrevista, Diego enaltece torcida do Flamengo: “Nunca fui abandonado”

Em entrevista, Diego enaltece torcida do Flamengo: “Nunca fui abandonado”

Diego ainda não pode andar normalmente e mantém uma rotina de repouso, cheia de cuidados após a grave lesão sofrida contra o Emelec, pelas oitavas de final da Libertadores, em 24 de julho. A presença de profissionais do departamento médico do Flamengo em sua casa, para acompanhar a evolução da cirurgia do tornozelo esquerdo quebrado, faz parte do dia a dia da recuperação. Em entrevista à FLA TV, o meia revelou o sofrimento à frente da televisão ao acompanhar os jogos:

Ficar fora não é fácil. A gente passa a entender mais o que o torcedor vive. É um nervosismo lascado (risos). Não consigo (reclamar dos jogadores), porque sei que ali dentro não é fácil. Mas agora entendo melhor o nervosismo e a decepção quando as coisas não acontecem. Assistindo aos jogos, dá vontade de sair correndo (risos). Mas é um período novo para mim, é a lesão mais grave da minha carreira, nunca fiquei parado por tanto tempo, com repouso total, e eu sou muito ativo. Mas, felizmente, tem dado tudo certo. Tenho aproveitado para ler bastante, refletir, fazer cursos online… Tem sido positivo.

Apesar de paciente, o camisa 10 demonstra a ansiedade natural de quem nunca ficou tanto tempo parado por contusão. Acompanhado da mulher e dos filhos, durante a entrevista, Diego elencou as motivações para voltar a jogar, talvez ainda em 2019:

Tenho recebido ex-companheiros, como Juan e Júlio César, e os do atual elenco. Ontem (semana passada) mesmo eu fui a um almoço do grupo. Isso está sendo muito importante na minha recuperação. Os jogadores têm sido muito parceiros e estão me ajudando. Me emocionei com aquela homenagem após a classificação contra o Emelec. Estou com muita saudade, sou feliz com meus familiares aqui (em casa), mas sou ainda mais podendo ir ao CT, treinar e jogar. É uma motivação… Em breve estarei lá.

Com prazo inicial mínimo para retornar aos gramados de quatro meses, de acordo com avaliação inicial do doutor Márcio Tannure, chefe do departamento médico do Flamengo, Diego não deixou de enaltecer a torcida rubro-negra e agradecer ao apoio da Nação:

Aproveito para, mais uma vez, agradecer. Já fui muito elogiado, criticado, mas nunca abandonado pela torcida. É uma realidade, é algo que eu sinto e agradeço do fundo do meu coração. Nós, profissionais, trabalhamos duro para atender às expectativas, mesmo que às vezes não seja possível. A torcida tem dado um show com esse apoio.

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