Uma tática que vem se tornando cada vez mais comum no futebol brasileiro é a interrupção da partida para o atendimento ao goleiro. Essa estratégia foi empregada, por exemplo, por Everson, do Atlético-MG, na tentativa de conter o ímpeto ofensivo do Flamengo no último domingo (28). No entanto, o Rubro-Negro saiu vencedor mesmo assim.
Everson é o sétimo goleiro que mais causou paralisações para atendimento médico. O goleiro do Atlético-MG, até o presente momento, solicitou a presença da equipe médica em campo em cinco ocasiões. Dessa forma, as interrupções do defensor atleticano no Brasileirão totalizaram 8 minutos e 32 segundos.
Apesar da reputação de ‘catimbeiro’, as estatísticas indicam que o goleiro do Flamengo ainda não interrompeu nenhum jogo do Brasileirão de 2025 para receber atendimento médico. Os dados são fornecidos pelo Gato Mestre, um painel de estatísticas disponível no site ‘GE’.
Entretanto, ainda no último domingo (28), Léo Jardim recebeu o segundo cartão amarelo e foi para o vestiário mais cedo após chamar a equipe médica do Vasco. Na súmula, o árbitro Flávio Rodrigues de Souza registrou que o goleiro utilizou a estratégia para desacelerar o confronto contra o Internacional e ganhar tempo. Dessa forma, a equipe se sentiu prejudicada.

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