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Flamengo: Braz explica por que Léo Pereira foi multado e Gabigol não teve punição por ida a ...

Marcos Braz explicou nesta segunda-feira (3) por que o Flamengo tratou de maneira diferente os casos do zagueiro Léo Pereira e do atacante Gabigol, que, separados por algumas semanas, foram flagrados em lugares públicos e descumprindo normais contra a COVID-19.

Gabigol foi pego em um cassino clandestino em São Paulo no mês de março e teve que pagar multa de R$ 110 mil ao Fundo Municipal da Criança e do Adolescente, segundo decisão tomada pelo Tribunal de Justiça de São Paulo. O jogador, no entanto, não foi multado pelo Flamengo.

Já Léo Pereira compareceu a uma festa com aglomeração no Rio de Janeiro, teve um vídeo vazado sem máscara e ainda faltou ao treino do elenco no dia seguinte, o que acarretou em multa no salário e ausência na lista de relacionados para o jogo contra o Volta Redonda, no sábado passado (1º).

Em entrevista ao Arena SBT, Marcos Braz comparou as duas situações e disse que Gabigol, ao contrário de Léo Pereira, cumpriu com as obrigações com o clube e não faltou a nenhuma atividade. O mesmo aconteceu com o goleiro Hugo Souza. Por isso, a multa não cabia.

"O Gabigol, no cassino clandestino, no outro dia treinou normalmente. Teve outro jogador que fez uma live, estava numa festa e treinou normalmente no dia seguinte. O agravamento do Léo Pereira foi o não comparecimento a um treino, um dia de trabalho, coisa que os outros dois atletas não fizeram", explicou.

"Léo estava no seu dia de folga, parece que saiu para um local em que foi se divrtir, mas o agravante foi em função também do não comparecimento no outro dia para treinamento. A gente multou, a gente tirou ele da relação contra o Volta Redonda", disse Braz.

Publicado em www.espn.com.br.