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Flamengo deve reduzir quantidade de estrangeiros no elenco por mais um ano consecutivo

Até meados da atual década, o Flamengo vinha se notabilizando por apostas em jogadores estrangeiros. De 2011 até então, passaram pela Gávea atletas tais como Botinelli, Lucas Mugni, Hector Canteros e muitos outros que não foram nascidos no Brasil. Em 2019, a quantidade de atletas de outro país no elenco do Fla reduziu, e neste ano, a tendência é que o número seja ainda menor.

Retomando desde 2018, é possível perceber uma queda drástica na quantidade de grigos no elenco. Naquele ano, o Fla iniciou a temporada com Trauco, Cuéllar, Marlos, Berrío e Paolo Guerrero, exatamente os cinco que a CBF estabelece como limite para serem relacionados para partidas de suas competições. No segundo semestre, o Rubro-Negro ainda contratou Fernando Uribe e Piris da Motta, mas Guerrero partiu para o Inter, e o Fla fechou o ano com seis estrangeiros.

Em 2019, o limite de jogadores sem nacionalidade brasileira ainda era um problema para o Flamengo. No início do ano, o Rubro-Negro contava com Berrío, Uribe, Piris, Trauco, Cuéllar e De Arrascaeta. Após as duas janelas de transferências, porém, o Fla negociou Trauco, Cuéllar e Uribe, contratando apenas o zagueiro Pablo Marí como estrangeiro.

Agora, para a temporada que está prestes a se iniciar, a tendência é que o Flamengo mantenha apenas dois desses atletas: Pablo Marí e De Arrascaeta. Isso porque, tanto Piris quanto Berrío negociam a saída, e o clube não deve dificultar que os atletas deixem o clube. Berrío foi especulado por clubes do Brasil e também tem conversas com o Cerro Porteño. Enquanto isso, o destino de Piris, contratado em 2018, deve ser o América do México.

Publicado em colunadofla.com.