Gabriel Barbosa (Gabigol) reconheceu guardar mágoas pontuais relacionadas a algumas pessoas que trabalharam no Flamengo, mas reforçou que sua relação com o clube continua carregada de carinho e lembranças positivas. Em entrevista, o atacante falou sobre o impacto emocional de voltar ao Mengão e sobre a falta de diálogo que selou seu destino fora do clube.
O que Gabigol disse sobre a saída
O atacante destacou que as experiências vitoriosas no Flamengo pesam mais do que episódios negativos, mas admitiu ressentimentos direcionados a nomes específicos do passado administrativo.
É diferente a minha relação com o Flamengo…
De algumas pessoas, sim (guarda mágoa). Mas foi tão bom o Flamengo… O que é ruim fica para trás. Foi tão bom, a gente foi tão feliz. É diferente a minha relação com o Flamengo, quando volto para lá mexe comigo
Gabigol lamentou que, após a chegada de Filipe Luís ao comando técnico, não tenha havido oportunidade de um diálogo mais aprofundado sobre sua permanência, mesmo após ser decisivo na final da Copa do Brasil de 2024.
Quando ele (Filipe Luís) assumiu a gente trabalhou junto, ganhamos a Copa do Brasil, eu fiz os gols na final, mas aconteceu tanta coisa que acho que o Filipe nem teve tanta oportunidade de conversar comigo sobre ficar ou não. Creio eu que os presidentes que estavam lá na época não trataram da melhor maneira a situação
Desfecho e sequência da carreira
Sem acordo de renovação, Gabigol assinou com o Cruzeiro, onde teve participação reduzida ao longo de 2025. A falta de sequência motivou a saída e, em 2026, o atacante voltou ao Santos em busca de recuperar protagonismo e ritmo de jogo.
Apesar das mágoas com decisões administrativas, Gabigol deixou claro que as conquistas pelo Flamengo ocupam lugar especial em sua trajetória e que o vínculo afetivo com o clube permanece intacto.
Jornalista esportivo, cobre o Flamengo há anos e produz conteúdos sobre o cotidiano do clube, jogos, estatísticas e informações do futebol brasileiro e internacional.