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Grupo político do Flamengo entra com ação contra Landim e quer afastamento do presidente

O Grupo Político “Fla Tradição e Juventude”, entrou com uma ação contra Rodolfo Landim, presidente do Flamengo, e solicitou o afastamento preventivo de suas funções no clube, após o mandatário rubro-negro ter sido denunciado pelo Ministério Público Federal na Operação Greenfield, por gestão fraudulenta e uso indevido de recursos.

Para solicitar o afastamento de Landim, o grupo alegou que há uma brecha no estatuto do clube para que isso ocorra. Siro Darlan, representante do ‘Fla Tradição e Juventude’, informou que o documento do Rubro-Negro prevê punições para o mandatário e, de quebra, disse que “se na condição de administrador da coisa pública, está sendo acusado de agir de forma fraudulenta, seria uma temeridade deixá-lo continuar gerindo a administração do Clube de Regatas do Flamengo”. A informação foi divulgada pelo UOL.

Segundo consta no capítulo V, artigo 37 do estatuto do Clube de Regatas do Flamengo, ficam sujeitos à perda de mandato e, mesmo após seu encerramento, à inelegibilidade de cinco a quinze anos, conforme a conduta em seguintes casos – parágrafo VIII: “adotar prática sistemática e deliberada de sonegação de tributos ou de associação indébita previdenciária, bem como de condutas tipificadas como crimes contra a ordem tributária, na forma da lei penal vigente, sem prejuízo de serem acionados judicialmente para reparação dos prejuízos causados, inclusive com a sujeição de bens particulares“.

Rodolfo Landim já manifestou o desejo de tentar a reeleição no Flamengo, no entanto, sua candidatura pode ser prejudicada pela denúncia feita pelo MPF. Isso porque, segundo o estatuto do clube, o candidato não pode ter sofrido sanções disciplinares nos três anos que antecedem a eleição. Ou seja, caso na época do pleito, o presidente esteja respondendo judicialmente, pode ser enquadrado e, em último caso, impedido de concorrer.

Publicado em colunadofla.com.