Leonardo Jardim já utilizou 20 dos 27 atletas do elenco profissional do Flamengo desde o início de seu trabalho, adotando um rodízio amplo para dar minutos a grande parte do grupo e testar alternativas táticas antes de compromissos importantes.
Usar 20 dos 27 jogadores em tão pouco tempo mostra a prioridade do treinador em observar diferentes combinações e manter o elenco em ritmo competitivo diante do calendário que envolve Brasileirão, Copa do Brasil e Libertadores. A estratégia permite avaliar quem melhor se adapta às ideias de Jardim em situações reais de jogo.
Quem ainda não foi aproveitado
No grupo que ainda não recebeu oportunidades sob o comando do técnico estão o uruguaio De La Cruz, o volante Danilo e os goleiros da base, Andrew e Dyogo Alves. Essas ausências estão alinhadas à política de observação ampla adotada pelo treinador.
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Lesões, convocações e justificativas
Algumas ausências não decorrem exclusivamente de opção técnica. Bruno Henrique e Saúl Ñíguez seguem em recuperação no departamento médico, e o zagueiro João Victor está ausente por disputar a Libertadores Sub-20. Esses fatores ajudam a explicar por que nem todos os nomes disponíveis foram utilizados até o momento.
O padrão de escalações do Flamengo indica que Jardim deverá manter a rotatividade nas próximas partidas como forma de preparar alternativas e preservar o elenco para a sequência da temporada. O rodízio segue sendo o principal instrumento do treinador para avaliar opções antes de jogos decisivos e quando o grupo estiver mais próximo de estar completo.
O desdobramento imediato dessa política será observado já no próximo compromisso do Flamengo, diante do Remo, quando o técnico poderá combinar nova rodada de testes com preservações pontuais do plantel.

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